Política, cultura e generalidades

sábado, 27 de junho de 2015

A ausência de rock das 100 mais tocadas das FMs do Brasil

Resposta para Ricardo Alexandre publicada no Facebook:

A ausência de rock das 100 mais tocadas das FMs do Brasil diz muito mais sobre a indigência do rádio brasileiro que sobre a volta do rock aos redutos roqueiros. As rádios não servem mais de parâmetro para verificar o que é sucesso popular. Pra isso, as redes sociais são mais úteis. Rádio hoje em dia não serve mais pra ouvir música, já que hoje restam poucas boas rádios musicais fora do circuito das rádios estatais e universitárias. A maior parte do dial está hoje entregue ao blá blá blá tendencioso, à overdose de notícias (em 20 minutos a rádio que repete notícia), ao AM em FM e às jornadas futebolísticas com os ridículos times brasileiros e a seleção da CBF.

O rock brasileiro na esquisita década de 1990

Comentários para Linhaça Atômica e Ricardo Alexandre publicada no Facebook:

A década de 1990 foi esquisita. Poucas boas bandas chegaram ao sucesso nacional. Basicamente, Skank (esta mais MPBística que roqueira), Nação Zumbi (com e sem Chico Science) e Los Hermanos. O Mundo Livre S/A ficou mais restrito a redutos, como a MTV da Abril e, obviamente, a cena pernambucana. Cidade Negra é banda de reggae.

Pra inflar o cenário nacional do rock noventista, temos que apelar para segmentos específicos. Até mesmo o cenário gospel, que revelou excelentes bandas, como Oficina G3 e Resgate (ambas cobertas por portais de rock como o Whiplash, Fruto Sagrado, Katsbarnea e outras. Até mesmo o circuito católico revelou suas bandas, como Cristoatividade (de onde vieram integrantes da atual banda de louvor Anjos de Resgate), Eterna, Iahweh e Rosa de Saron, esta ainda com o Tchelão, futuro fundador do grupo The Flanders.

sábado, 20 de junho de 2015

Na exploração dos recursos naturais não renováveis, o egoísmo (também) dos países pobres

Resposta de Regina Ciommo para G1:

Obrigada André Trigueiro pela excelente resenha. O Papa Francisco é um verdadeiro líder, conectado com o nosso tempo, intelectualmente preparado e com sensibilidade e sabedoria, supera o mestre Francisco de Assis. Na verdade, nunca a humanidade compreendeu que dependemos todos uns dos outros, o egoísmo humano não tem limites. Não são só os países ricos que se recusam a mudar seus rumos, mas países pobres também, com o argumento de que "agora chegou a nossa vez". A exploração do pré-sal ilustra muito bem esse egoísmo.

sábado, 6 de junho de 2015

Quero distância dos fanáticos

Comentários para Governismo, a doença infantil:

Eu gosto de debater com gente de várias tendências políticas. Não importa o que sejam. Se são esquerdistas, direitistas, progressistas, conservadores, reacionários, social-democratas, liberais...

O problema são os fanáticos. Teve até gente rompendo amizade por causa desses assuntos. Não passam de fanáticos. Fizeram bem. Quero distância de fanáticos.

Altamiro Borges não era do meu círculo de amizades. Mas eu acompanhava o blogue dele, escrevia comentários lá, até trocava ideias com o Altamiro. Mas agora, com esse tipo de postagens, é mais um esquerdista de quem devo manter distância.

Eventuais comentários no Facebook.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Resposta para Instituto Liberal: "Paulo Freire e o assassinato do conhecimento"

Resposta para Instituto Liberal:

Paulo Freire participou da última grande reforma educacional brasileira, ocorrida em 1996 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Tal reforma deu origem à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, cujos resultados estão aí para todos nós vermos. Nossa educação continua atrasada, doutrinária e fraca.

Foi pra isso que acabaram com o Mobral, do regime militar?

Pelo menos o método paulofreirista gerou consciências críticas. A ponto de criticarem o próprio Paulo Freire e seu método.

Títulos de doutor honoris causa o malfadado FHC também tem. 29, ao todo. Mas vá dizer isso pra militância/milícia intelectual...

quinta-feira, 4 de junho de 2015

A não discussão sobre a maioridade penal

Na segunda-feira passada eu estava vendo o programa Globo News Em Pauta, e ouvi o Camarotti dizer que este momento de recrudescimento da violência não é o adequado para se discutir redução da maioridade penal.

Vem, cá, Camarotti. Desde quando este país NÃO TEM um recrudescimento da violência?

Se esperarmos um momento de paz, nunca discutiremos a redução ou não da maioridade penal. E a não discussão deste tema está longe de ser algo democrático, não é mesmo, Camarotti?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Imagens do blogue voltaram hoje

Desde o mês passado estou enfrentando problemas com a mudança do provedor que hospeda boa parte das imagens deste blogue e de outros que edito. Parece que hoje finalmente ocorreu a migração das imagens, pois elas voltaram.

Ainda hoje à noite verificarei se os problemas terminaram ou não. Por enquanto, estou testando estes blogues remotamente, longe do equipamento onde faço toda a manutenção dos blogues.

Peço desculpas aos leitores, pela ausência. Além desses problemas técnicos estarem tomando parte do meu tempo, eu não tenho muito tempo para escrever. Não vivo disto aqui. Mas sempre estarei aqui, para escrever o que deve ser dito e não encontra espaço fácil em qualquer lugar. Agradeço pela paciência dos leitores. Continuemos juntos.