Política, cultura e generalidades

segunda-feira, 18 de maio de 2015

CNBB, uma entidade demo-revolucionária

Resposta de Gederson para Fratres in Unum:

A CNBB quer a qualquer custo um modelo de democracia revolucionária, ela mesmo é demo-revolucionária. Neste caso, parece me que um meio de frear as suas esperanças democráticas, é usar de instâncias democráticas contra ela mesma. Dada a absurda realidade em que nos encontramos, seria muito útil um “Código de defesa dos fiéis” para que pudessem cobrar das autoridades católicas uma boa liturgia e uma boa doutrina, e também contra as instrumentalizações que estamos tão acostumados a ver e são notórios nas Comissões pastorais da CNBB.

O Fratres in Unum volta e meia pública denúncias, que geralmente surtem algum efeito. Se tivéssemos um site católico (algo como um “Reclame aqui católico”) só para esta finalidade, onde as pessoas pudessem fazer denúncias, isso também poderia surtir efeitos positivos. Iniciativas como a “Filial súplica” já contam com mais de 225 mil assinaturas. Isto poderia ser feito também neste site com os problemas mais comuns. Seria um espaço, onde pessoas como o sr. Paulo Jacobina, poderiam falar da experiência das Missas “sertanejas”, “crioulas”, “rock” e de todos os gostos, e os responsáveis pelo site faria comentários dessas coisas a partir do CDC (Código de Direito Canônico, nota da redação) e cobrariam das “autoridades” um posicionamento.

Quanto a questão da “Reforma política”, outro dia estava comentando com um amigo, seu principal problema é que não existe outra proposta de reforma, não temos opção de escolher entre outras propostas de reforma. Isso não é democrático, e menos democrático ainda, será se 1,5 milhões de pessoas, promulgarem uma lei para mais de 100 milhões de pessoas, quando essa quantidade de pessoas não elegem um candidato. Esse tipo de abertura teria que ser reformado e ser exigido pelo menos 51% de todos os eleitores nacionais.

Reforma política é uma coisa séria, não é algo que pode ser feito apenas por uma parcela da população (ainda mais a pior). Dentro do atual sistema, seria justo que cada partido apresentasse sua proposta e se fizesse um “Plebiscito”. Penso ser essa a palavra chave “Plebiscito”. Na atual conjuntura em um “Plebiscito” a proposta petista sofreria uma derrota esmagadora. Só ganhariam se fraudassem a eleição.

Se querem uma reforma política, então, que seja feito um “Plebiscito” e se apresentem outras propostas. Não é democrático um partido impor sua vontade a toda nação por vias indiretas!

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