Política, cultura e generalidades

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Segundo Ulderico, a classe média tradicional quer mudanças positivas

Se a Marilena ver isto aqui no GGN, terá um chilique daqueles!

Resposta de Ulderico para Jornal GGN:

A classe média tradicional, pela melhor formação e pela ética cristã, sempre teve ojeriza da corrupção. Já os pobres, até por falta de opção, aceitavam a dentadura, o trocadinho, o pé de chinelo antes e outro depois da votação, O pobre sempre se conformou com a corrupção.

Quando os rendimentos da parte melhor esclarecida da população foram atacados por todos os lados, para favorecer os menos esclarecidos, a partir de políticas quase sempre demagógicas, criou-se o ressentimento. Até porque muitos dos integrantes da classe média tradicional, em grande parte descendentes de imigrantes, criaram a ascensão a partir do esforço próprio. Nunca precisaram de esmola governamental.

Perderam muitos de seus direitos, viram as universidades frequentadas por seus filhos, antes acessíveis apenas pela meritocracia, caírem muito de padrão, com a avalanche de gente despreparada que nelas agora estuda.

E pagam cada vez mais impostos.

Antes identificavam políticos corruptos de direita, sabiam de quem se tratava, e não votavam neles, Quem isso fazia eram os pobres, que votavam na turma do rouba mas faz.

Hoje surgiu um tipo diferente de político: o político de esquerda corrupto, que acha não sê-lo.

A hipocrisia é a pior das deficiências de caráter. E o pior dos pecados. A classe média tradicional, de sólida formação religiosa, abomina a hipocrisia.

Quando a atual classe média ascendeu pelo consumo, não teve a educação e a renovação de valores necessários, até porque isso não interessava ao governo, que se apegou ao voto dos rincões. Mas essa classe C, agora, começa a copiar os valores de quem mais admirava e invejava: seus antigos empregadores de classe média.

Ou seja, a corrupção passou a ser execrável também na classe C, o que vai acabar derrubando os governos esquerdistas.

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