Política, cultura e generalidades

domingo, 30 de novembro de 2014

Primeiras impressões sobre o primeiro teaser trailer de Star Wars: The Force Awakens



Textos publicados no Facebook:

Ainda vai ter gente com saudade do George Lucas. Desde que comprou a Lucasfilm, os caras da Disney começaram a mudar os sabres de luz. No Rebels, já tivemos sabre de luz com altura do feixe ajustável e o sabre duplo do Inquisidor tem empunhadura circular. E olha que Rebels se passa antes da Trilogia Clássica... Agora essa cruz de luz no teaser do The Force Awakens.

E aquela cabeça de dróide astromático rolando uma bola? Putz...

Enquanto isso, mais um gol da Alemanha!

Jar Jar Abrams fez Star Trek virar Star Wars, segundo os trekkers. Agora Jar Jar fará Star Wars virar o Star Trek do Jar Jar.

Tomara que eu esteja errado.

sábado, 29 de novembro de 2014

Depois do chororô dos tetra derrotados, o chororô dos tetra vencedores

Resposta para Linhaça Atômica e Correio do Brasil publicada no Facebook aqui e aqui:

Governo Dilma parece implantar o programa de Aécio Neves

Dilma, em Fortaleza, tenta acalmar os ânimos da militância petista

Sabem o que é pior que chororô da direita tetra derrotada?

Chororô da esquerda tetra vencedora.

Rumo ao penta? Ao hexa? ...

Se eu fosse dono de fábrica de chupetas e mamadeiras, estaria ficando milionário.

Essa gente faz mi mi mi por motivos que eles mesmos provocaram. Continuarei assistindo de camarote.

Não se metam a besta de reclamar de mim. Não votei nem voto nesses tetra vencedores. Reclamem dos eleitores deles.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Indignação seletiva contra o futebol

Os amigos que reclamam justamente do massacre midiático em torno da $eleção, do Fluminense, do Flamengo, do Vasco e do Botafogo não reclamam do massacre em torno de times paulistas e mineiros.

O problema dessa gente é só com o futebol carioca e a $eleção. Tou vendo, hein!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Plebe Rude repudia uso de músicas da banda em manifestações políticas

Comentários para Whiplash publicados no Facebook:

Se o pessoal tivesse visto o patrocínio da Petrobrás no CD R Ao Contrário e do Governo do Distrito Federal no CD/DVD Rachando Concreto, jamais usariam músicas dessa banda.

Falta de conhecimentos gerais dá nisso. Ficam só nos seus infinitos particulares...

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

MAVs tentam derrubar página sobre o Partido Novo na Wikipedia

E não foi a primeira! Esta é a segunda vez. Na primeira conseguiram, quando a página se chamava Partido Novo. Agora a página se chama NOVO (partido político).

Segundo um dos editores da Wikipedia, chamado Fabiano, houve burla do título Partido Novo pelo criador da página. Da primeira vez, a página foi provavelmente eliminada porque, além de o partido ainda ser desconhecido, os editores imaginaram que Partido Novo ou Novo são expressões genéricas, não podendo ser nome de partido. Só que agora Novo É nome de partido.

Segundo Fabiano, estes são os critérios para que uma página sobre partido político seja mantida na Wikipedia:

Todos os partidos políticos registrados oficialmente na política oficial de determinado país ou estado, e que tenham participado de alguma eleição.

Partidos que sejam objeto de debates, teses ou demais trabalhos no meio acadêmico; ou que foram por algum motivo objeto de inúmeras reportagens a nível nacional.


Ao meu ver, a página do Partido Novo cumpre ao menos o segundo critério. A página não cumpre o primeiro critério (o Novo não foi ainda registrado no TSE nem disputou eleição) nem foi ainda objeto de discussões acadêmicas, mas cumpre plenamente o critério das reportagens na imprensa nacional.

A página continua aberta, mas foi aberta uma votação pela eliminação ou manutenção, para editores antigos da Wikipedia que tenham feito 300 ou mais alterações de páginas da Wikipedia. A Wikipedia ainda está aberta para votos e comentários dos editores.

A página sobre o Partido Novo tem que ser mantida. Não cabe à Wikipedia atender às chantagens dos MAVs (Militantes em Ambientes Virtuais) que negam o direito à existência aos partidos opostos às suas tendências políticas. Se alguém quiser questionar as ideias e procedimentos do Novo, que faça isso em fóruns e outros espaços de debate, sem negar ao Novo o direito à existência e de ter sua trajetória registrada de maneira isenta e enciclopedicamente na Wikipedia.

Na própria Wikipedia estão colocando várias referências na grande imprensa e na Internet sobre o Partido Novo: Revista Veja, Revista Valor Econômico, Brasil 247, Mercado Popular, IG - Último Segundo, Folha de São Paulo, Instituto Mises, Eleitoral Brasil, Portal PUC-Rio, Colégio Web, Brasília Capital, Eleições Rondônia, +RO, Paraiba.com.br, Infomoney, Folha Política, Diário do Poder, Tribuna Hoje, Terra... E ainda tem as entrevistas do presidente do partido nas revistas Veja e Época. A da Época teve até chamada na capa da revista. No geral, há referências neutras, positivas e negativas. A matéria do Brasil 247 é um bom exemplo de matéria desfavorável. Mas todas juntas corroboram para atestar que o Partido Novo tem relevância jornalística. A página tem que ficar na Wikipedia. E terá mais um motivo para ser mantida, quando o partido for homologado pelo TSE. O registro está pronto e na fila da pauta do plenário do tribunal.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Saudade de uma tendência: FM é entretenimento, cultura, música, AM é comunicação, futebol, notícia

Os caras mesmos criam uma tendência, e eu fui criado ouvindo essa tendência: FM é entretenimento, cultura, música, AM é comunicação, futebol, notícia, "o fato no ato", como dizia a saudosa JB AM. Aí os caras acabam com a tendência que eles mesmos criaram na década em que eu nasci, fazendo agora a festa de Fausto Silva e de Heródoto Barbeiro que dizem que FM não deve ser diferente de AM, e dos "pogreçistas" que afirmam que FM musical é alienação de música vinda "duzistêites". Aí tome blá blá blá populista demagógico, jabá futebolístico e jornalismo tendencioso no FM, e AMs entregues à picaretagem da fé, que depois também adentrou o FM. Só falta chegar a defensora de amarramento de pessoas em postes ao dial carioca, pra fechar a tampa do caixão do FM. Porque o cadáver já está fedendo. O cadáver do AM já foi enterrado pela incompetenta, com a transferência das AMs para o FM estendido.

E viva a MP3 FM!

Texto publicado originalmente no Blogue do Tributo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Tirar o PSDB do poder em 2002 foi pouco

Resposta para Marcelo Pereira publicada no Facebook:

Esse bando de empreiteiras corrompeu o quadro partidário inteiro. Tucanos, petistas, PMDBistas, pepistas...

Acredito que muita gente boa e nem tão boa assim pensa que tirar o PSDB do poder em 2002 foi uma punição suficiente para a bandalheira que cometeram. Tira-los do poder foi pouco!

domingo, 16 de novembro de 2014

Comentários para 'Efeito Francisco: diminuição de católicos'

Comentários para Fratres in Unum:

Sobre a evasão de católicos no Brasil e na América Latina, tomara que todos os que fiquem sejam realmente fiéis, não infiéis. Isso é o que importa. O resto importa à ciência estatística, não à salvação.

Ao colocar o bem-estar material acima do bem-estar espiritual, a Igreja pode se tornar exatamente o que o Papa Francisco disse que a Igreja não deveria ser: uma ONG piedosa. Antes fosse! Na verdade, a Igreja está se tornando tão somente uma ONG. E ONG não piedosa. Haja visto como as autoridades eclesiásticas (como o próprio Papa Francisco) tratam os tradicionalistas.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Grandes grupos midiáticos subservientes ao Estado prontos para serem atingidos exatamente pelo Estado

Resposta para TV Magazine:

Historicamente a Globo e a Band sempre foram subservientes ao Estado. Não necessariamente ao Governo de plantão, ainda mais o atual. Embora o Governo tenha que atuar necessariamente dentro do Estado, são duas coisas distintas. O Governo é algo que começa e acaba, e pode ser substituído periodicamente por outro Governo, ou a qualquer momento em rupturas institucionais. Enquanto que o Estado só não é permanente na utopia dos anarquistas e dos anarcocapitalistas.

Uma intervenção do Estado no poder global e no bandiano não deixaria de ser uma merecida ironia para quem sempre viveu pendurado no Estado.

Como não mexerão no poder universal, esse projeto está fadado cair sozinho. Por falta de credibilidade e evidente parcialidade. A credibilidade desse projeto é a mesma dos grupos midiáticos que pretende atingir.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O rádio reduzido a um interminável blá blá blá

Escrevo este texto diante da notícia do fim do rádio musical no outrora pródigo em boas rádios musicais Sistema Globo de Rádio (Mundial AM 860, Eldorado AM 1180, Globo FM 92,5, Eldo Pop FM 98,1). A Beat 98 FM 98,1 (que no passado foi a saudosa Eldo Pop FM e depois 98 FM) está prevista para sair do ar no próximo dia 17, para se tornar uma repetidora da Rádio Globo AM 1220, que está deixando de arrendar a FM 89,5 (ex-Manchete FM, ex-Manchete Gospel, ex-Nova Brasil FM e ex-Nossa Rádio FM). A Beat 98 e todo o sistema de rádio musical do Sistema Globo estão sendo transferidos para o portal Rádio Beat, que não traz nada de novo em relação a portais e serviços de rádio online melhores que há por aí.

Por algum tempo, entre os anos 70 e 90, nós tínhamos uma segmentação no rádio. Havia rádios de vários segmentos. E havia também uma segmentação entre os dials. Rádio falado no AM, com comunicação, serviço comunitário, jornalismo e coberturas esportivas. Rádio musical no FM, com segmentação musical, jornalismo sucinto e eventualmente entrevistas com os artistas executados nas emissoras. Havia excelentes emissoras, tanto no AM como no FM.

Havia também algumas FMs que, longe de representarem alguma segmentação autêntica no dial FM, foram criadas apenas para imitar outras (imitar mal e porcamente a Rádio Cidade FM 102,9 era de praxe), para promover uma programação alienante e para gerar faturamento à custa de pagar mal a poucos funcionários e receber toneladas de jabá de gravadoras, de produtoras e de artistas.

Paralelamente, por muito tempo profissionais da comunicação combatiam a segmentação radiofônica, e mesmo a existência de dois estilos de rádio distintos: o AM e o FM. Já na Rede Globo, Faustão (egresso do radiojornalismo esportivo da Jovem Pan AM) criticava a segmentação de estilos entre o AM e o FM. Heródoto Barbeiro fazia o mesmo na CBN, brigando para que a então CBN AM 780 de São Paulo transformasse a então X FM 90,5 (então em processo de encerramento de atividades) em mera repetidora da CBN. Isso já nos anos 90. Na década seguinte, a CBN AM 860 do Rio repetiu a mesma atitude, transformando a Globo FM 92,5 em sua repetidora. Nenhuma palavra dos tecnocratas do rádio a respeito dos profissionais demitidos da X FM e da Globo FM. O mesmo processo foi feito também por outros grandes grupos radiofônicos pelo país afora. Rádios AM como Bandeirantes, Itatiaia, Gaúcha, Tupi e Globo também passaram a ter repetidoras no FM. Resultado: menos postos de trabalho no FM. Ao mesmo tempo, tivemos várias FMs não repetidoras de AM vilipendiando o formato do rádio AM, praticando apartheid tecnológico contra as AMs de verdade. E tome FM transmitindo futebol, corrida de Fórmula 1 e colocando no ar comunicadores tendenciosos para falar pelos cotovelos. Algumas FMs ainda mantiveram um ou outro programa musical entre um programa falado e outro, geralmente transmitindo músicas pop, popularescas ou religiosas. Outras FMs baniram os programas musicais, abraçando de vez o modelo de rádio AM. As poucas FMs musicais que sobraram (noves fora algumas estatais, universitárias e outras raras exceções) se dessegmentaram, se restringindo a poucos gêneros: pop, popularesco, gagá contemporâneo e música religiosa. Não se confirmou a falácia dos tecnocratas radiofônicos segundo a qual o rádio falado acabaria com a má qualidade da programação musical em algumas FMs. Pelo contrário: as boas FMs musicais é que foram ejetadas do dial.

Resumindo: o vilipêndio do formato AM pelas FMs foi o estopim do fim da segmentação entre AM e FM, da asfixia econômica das AMs, do fim da segmentação musical do FM, do fechamento de postos de trabalho no rádio e do interminável blá blá blá das atuais FMs, com seus âncoras, comunicadores e comentaristas tendenciosos.

Cedendo aos tecnocratas do rádio, o Governo Federal sepultará de vez o dial AM, ao promover a transferência de todas as AMs para o FM. Isso se os caras dos órgãos públicos que atuam no Sumaré deixarem! Se até meados dos anos 90 nós tínhamos excelentes rádios AM, excelentes rádios FM e alguns maus exemplos de FMs alienantes, agora ficaremos com uma única régua de rádios, somando dial FM com dial FM estendido. Uma régua cheia de AMs tendenciosas com um interminável blá blá blá. Até mesmo as rádios pop, popularescas, gagás contemporâneas e de música religiosa deverão ser ejetadas do dial, como aconteceu com uma série de FMs do dial carioca e como acontecerá agora com a Beat 98.

Como daqui a algum tempo o povo se mudará para as rádios que transmitem para Internet, dispositivos conectados (como smartfones) e serviços pagos (como os de TV paga), a ruína do dial FM será mais rápida que a ruína do dial AM. Quando inventarem o rádio transmitido via wi-fi para chips neurais, até essas rádios que transmitem pela Internet, por serviços pagos ou para dispositivos conectados deverão sucumbir.

Texto publicado originalmente no Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro e no Blogue do Tributo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

TV Senado nos Trending Topics do Twitter


Por causa de um discurso do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em seu retorno ao Senado após a derrota na eleição presidencial, ontem à tarde a TV Senado foi parar nos Trending Topics do Twitter.

E olha que Tasso Jereissati (PSDB-CE), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Romário (PSB-RJ) e José Serra (PSDB-SP) nem tomaram posse. Imaginem a TV Senado em 2015!