Política, cultura e generalidades

domingo, 31 de agosto de 2014

Depois do Marx Civil da Internet, Levy Fidelix vem com mais ideias da mesma linha

Reprodução do Facebook.

Levy Fidelix quer que provedores de Internet tenham suas sedes no Brasil. Depois daquela história do Marco Civil do Alessandro Molon que os "pogreçistas" do PT ao PSOL apoiaram, Fidelix vai acabar tirando votos da Dilma.

Sem contar que teve uns tucanos apoiando o Marx Civil, também. É a união dos "cumpanhêro pogreçistas" com os patrimonialistas de toda ordem. Melhor ficar fora disso.

Só prestam a proibição do estabelecimento de velocidades e tarifas distintas por pacotes e origens de dados e a possibilidade de autenticação de identidades, pra cada um ser responsável pelo que faz. De resto, o Marx Civil da Internet merece esta alcunha que recebeu antes mesmo da aprovação.

Comigo não tem essa de "mas". O Marx Civil é a cara do Molon e do PT. Teve uns imbecis tucanos entrando de gaiato. Pelo menos os tucanos voltaram para o quinto dos infernos, de onde jamais deveriam ter saído. Faltam os outros.

A Internet nasceu como algo restrito ao circuito militar e universitário americano, mas se descentralizou, se tornando algo anárquico, ultrapassando fronteiras estatais. Falta apenas transferir o registro mundial das URLs para um fórum internacional multilateral. Leis como o Marx Civil são tentativas de "otoridades" locais de colocar o controle estatal sobre algo que se tornou anárquico. Algo como em países como China e países do Oriente Médio, onde a Internet praticamente virou uma Intranet, altamente restrita. Empresas privadas estrangeiras e outros países não criticam isso, com medo de perder esses dois mercadões.

Nenhum comentário:

Postar um comentário