Política, cultura e generalidades

domingo, 10 de agosto de 2014

Clero CNBBista e TL de conversinha com hereges e com traidores da fé

Respostas para texto de Dom Edson de Castro Homem inserido em Fratres in Unum:

Alexandre Semedo
5 agosto, 2014 às 6:32 pm

Eu entendi mais ou menos o seguinte: o mundo moderno fica sempre com um pé atras sempre que a Igreja lhe diz não justamente porque a Igreja sempre disse NÃO ao mundo moderno até o Concílio.

Depois do Concílio, como a Igreja passou a dizer sim (ou “talvez”, ou “quem sabe?”, ou “não, mas provavelmente sim”, ou “sim, mas com certeza não”, enfim…) ao mesmo mundo moderno, este, ao receber qualquer nãozinho que seja, se arrepia todo e se lembra daquela Igreja intolerante do pré-concílio.

Assim, a Igreja pré-conciliar é culpada do porquê do mundo moderno não gostar da Igreja pós-Conciliar. Sabe como é: depois de séculos condenando as heresias e os erros, ficou uma certa magoazinha nos inimigos, digo, nos interlocutores deste diálogo. Em suma, se o “artista” (com sua bela “arte”) se arrepiou com a proibição do uso da imagem do Cristo, é porque ele ainda não percebeu que a Igreja não é mais AQUELA Igreja de Sempre.

Infelizmente, nós, católicos, já percebemos isto.

E choramos amargamente aguardando que o Imaculado Coração de Maria finalmente triunfe…

Reginaldo
6 agosto, 2014 às 10:36 am

Eis um retórico modernoso. Segundo se lê nas solertes entrelinhas, no caso, a culpada é a Igreja que só viveu do combate ao erro e, de tanto combater, se tornou intrinsecamente intolerante. Essa suposta intolerância católica é que está sendo trocada agora pelo diálogo servil com os radicais intolerantes das artes, da academia e da política partidária. A atitude recorda a famosa crítica de Churchill aos diplomatas de Inglaterra e França, no Tratado de Munique de 1938: ‘entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra, e terão a guerra’. E a tiveram! Os cristãos devemos ser pacíficos; jamais pacifistas.

Marcelo Delfino
9 agosto, 2014 às 8:23 pm

Diálogo é uma coisa. Conversinha é outra muito diferente. Diálogo até os santos e santas tiveram com hereges e traidores de toda ordem. Mas sem jamais virar cúmplice desses hereges e traidores. O diálogo era pontuado por grandes e memoráveis denúncias contra as falsas doutrinas defendidas por hereges e por traidores da fé, denúncias às vezes ditas frente a frente.

O que o clero CNBBista e a TL mais fazem na vida é conversinha. E conversinha só leva à ruína. No mundo material e mais ainda no mundo espiritual. Agora mesmo tem infiéis católicos cogitando votar no "bispo" Crivella para governador...

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