Política, cultura e generalidades

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Vendo o mundo a partir do Parque Nacional da Tijuca


No domingo passado fui ao Parque Nacional da Tijuca. Fui a pretexto de ver o parque de transmissão de rádio, TV e telecomunicações do Morro do Sumaré. Só que a segurança contratada pelo ICMBio não permitiu a entrada no parque de transmissão. Nem minha nem do amigo que foi lá comigo ao Morro do Sumaré. Tive que me contentar com a visita ao restante do Parque Nacional da Tijuca. Só que a visita à reserva florestal fez o esforço e o cansaço todo valerem a pena. O parque é importante para o ecossistema da cidade do Rio de Janeiro. Chamou a atenção a árvore com flores roxas que encontrei na Estrada do Sumaré, e o mico que achei trepando no muro de entrada da Casa do Bispo. Mas antes da Estrada do Sumaré há a Estrada das Paineiras e a Estrada do Redentor, onde é possível encontrar algumas fontes naturais de água (pra quê levar água de fora?) e alguns pontos de onde é possível observar de longe outros pontos da cidade. Mas nenhum desses pontos é tão alto quanto o ponto da Estrada do Sumaré onde encontrei a vista do Oceano Atlântico que ilustra esta postagem e, desde segunda-feira passada, ilustra o fundo deste blogue, o fundo do Twitter e o cabeçalho do Facebook. Em outro ponto da Estrada do Sumaré foi possível encontrar uma vista para a Zona Norte da cidade, incluindo o Engenhão, bem distante.



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