Política, cultura e generalidades

domingo, 18 de maio de 2014

Um contundente manifesto contra Emir Ruivo, do Diário do Centro do Mundo

Há controvérsias. Mas é melhor repercutir isso, antes que o Diário do Centro do Mundo se arrependa e apague antes.

Resposta de Veert para Emir Ruivo, em Diário do Centro do Mundo:

Que preocupação da patrulha sobre qualquer um dar uma guinada à direita. Parece que qualquer coisa que não seja centro-esquerda ou esquerda é ruim. Realmente, através do discurso barato e do apelo emocional, a esquerda nesse país pobre intelectualmente conseguiu monopolizar tudo que é bom e colocar na direita tudo que é ruim. E quanto ao morro (do Querosene, nota deste blogue), tem este nome porque os que ali moravam não tinham energia elétrica. Não era uma região violenta até 1996. 90% das casas, lembro bem, em 1992-94 não tinham grandes na frente e qualquer um podia apertar a campainha e sair correndo. Graças a classe intelectual que fica colocando a culpa no outro (classe conservadora , bla bla bla) e não ajuda a apontar os verdadeiros culpados, agora, antes das 19:00 está todo mundo trancado em casa e toda a região deste grande bairro está com mais grades que tinha o Carandiru. O que mudou de 94 pra 2014? Quase nada, apenas o "boom" das ideias progressistas colocadas em prática nos anos 80. Agora os revuças (revolucionários) de 1984 já formaram tanta gente militante (desde o jardim de infância) que não temos mais sociedade civil; temos militantes, sindicalistas e massa de manobra. Morro do Querosene, grande exemplo que pobreza não é violência e que a educação progressista dos anos 80 e 90 conseguiram atolar as casas do Butantã em um amontoado de grades e medo. De qualquer modo, não podemos reclamar como sociedade: plantamos o que colhemos.

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