Política, cultura e generalidades

domingo, 26 de janeiro de 2014

Para o amigo e xará Marcelo Machado

Resposta para Marcelo Machado publicada no Facebook:

Meu amigo Marcelo Machado é do bem. Sei disso porque o conheço desde 1995 (show do Rosa de Saron no Hallel da UERJ). Depois teve o show de 10 anos do Rosa em 1998 no Parque do Taquaral, em Campinas (alguém estava lá?), teve show do Rosa na Canção Nova em 1999 (aquele em que a banda foi pra geladeira da CN porque o Tchelão foi pro palco com uma camisa do Exterminador do Futuro, rs). Depois passei a acompanhar o Flanders em show no Rio de Janeiro, em Cachoeira Paulista e em São Paulo. Perdi a conta! Teve um show do Flanders no colégio carioca São Bento, no início dos anos 2000, em que a banda ainda estava naquela de tocar música secular, como o Tchelão mesmo anota. No São Bento tocaram até uma música dos Raimundos e uma do Charlie Brown Jr. que esqueci. Mas o amigo Tchelão evoluiu, bem como o Flanders. Hoje eles percebem que não dá para tocar músicas nada a ver com a proposta da banda.

Não vou entrar no mérito dessa discussão sobre a "nação" ou seja lá o que isso signifique. Esse assunto se tornou demasiadamente triste. Prefiro focar no amigo Tchelo e sua banda. Os caras fazem um trabalho bacana. Os frutos estão aí, e são inquestionáveis. No futuro veremos os testemunhos de gente que teve a vida transformada para melhor por algumas coisas ditas e cantadas nesse CD 'Máquina Zero', de longe o melhor da banda. Nem vou citar uma faixa ou outra. O CD inteiro é um manifesto contra estruturas de iniquidade, de pecado e de vaidade que muita gente insiste em manter por aí. Não que não sejamos pecadores. Infelizmente somos. Mas os meus pecados eu confesso, alguns publicamente, como o Tchelão fez aqui com coisas feitas lá no início do Flanders. Tem gente que não confessa nem pros padres nem pra ninguém. E continuam em suas vidinhas errantes. Podemos alerta-los, mas se nem isso adiantar, só resta a oração por eles.

Quero mandar um abraço pro Tchelão. Quero manter essa amizade até o fim. Quem sabe nos encontremos um dia no céu? Se ele quer ir de skate, eu quero ir de carro, de busão ou de Metrô. De trem não vai dar, porque com esses trens da SuperVia eu acabaria em um lugar bem diferente do céu!

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