Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Pitacos sobre a greve dos professores municipais

Os incomodados... Ah, vou escrever o que quiser, aqui. Danem-se os incomodados. Tou sem paciência.

Acredito que a categoria dos professores (supondo serem todos de nível superior) deveria ser proporcionalmente a bem mais paga do município. Acima do prefeito e dos secretários, que já ganham bem pra caramba. Salário-base de professor a R$ 700 é uma vergonha nacional. Mas não sei se aqueles valores apresentados pelo SEPE seriam viáveis. Uma coisa é 11 ministros do STF ganhando R$ 30 mil por mês pagos pela União, ou até mesmo 513 parlamentares, também pagos pela União. Outra é cento e tantos mil professores ganharem 20 e tantos mil ao fim da carreira, pagos pela Prefeitura, e na aposentadoria pelo Previ Rio. Nem sei se usando o dinheiro do Fundeb haveria dinheiro suficiente para pagar. Só se colocarem aquela proposta do senador Cristovam Buarque: todos os professores do ensino básico público do país serem pagos pela União.

Aliás, o serviço público e a educação seriam mais levados a sério se as autoridades agissem como o senador Cristovam. Tem muita autoridade e sindicalista por aí precisando voltar pra escola, pra aprender matemática. Ou então sou eu que tenho que voltar pra escola, já que não sou autoridade, nem sindicalista nem professor.

Um comentário:

  1. A educação no Brasil não é apenas mal gerenciada. Faltam recursos também; se não me engano, a ONU estima que seria necessário aplicarmos 10% do PIB na educação.

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