Política, cultura e generalidades

sábado, 31 de agosto de 2013

O 'príncipe dos sociólogos' e futuro membro da ABL ganha o título de 'príncipe da privataria'


A coleção História Agora da Geração Editorial está se tornando pródiga em publicar bons livros sobre política nacional e internacional. Essa coleção já tinha publicado títulos fundamentais como A Privataria Tucana (livro de Amaury Ribeiro Jr. sobre as privatizações da Era FHC) e Segredos do Conclave (livro de Gerson Camarotti sobre a eleição do Papa Francisco e as ações do Vaticano para interromper a saída de (in)fiéis da Igreja na América Latina). Eis que ontem a editora mandou para as livrarias seu mais recente volume da coleção História Agora: O Príncipe da Privataria, do mesmo Palmério Dória que há anos atrás escreveu para a mesma editora (mas não para a coleção) Honoráveis Bandidos, a respeito da saga do clã Sarney. Este O Príncipe da Privataria renova na coleção o tema das privatizações da Era FHC e traz novas acusações de compra de votos de parlamentares para a aprovação da emenda constitucional da reeleição, que possibilitou ao próprio presidente FHC concorrer a um segundo mandato consecutivo logo depois, em 1998.

Ainda nem acabei de ler todos os livros que tenho aqui e lá vou eu correr atrás deste O Príncipe da Privataria. Um dos que estão na fila sem sequer ter sido iniciado é o livro do Camarotti, já citado aqui. Aliás, ninguém pode dizer que esta coleção História Agora é parcial. Ela é plural. Tem tanto os livros do Amaury (do grupo Record-IURD) e do Palmério como o livro do Camarotti, o homem da Globo News que deu para todo o mundo o furo de reportagem da eleição do Papa Francisco. O Príncipe da Privataria irá se juntar ao Segredos do Conclave na fila. Tomara que não por muito tempo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Qual é a bancada que mais cresce na Câmara?

Depois que a Câmara dos Deputados decidiu não cassar o mandato do deputado-presidiário Natan Donadon (sem partido-RO), fiquemos de olho no que esses caras farão com os deputados já aprisionados ou em vias de terem prisão decretada pelo STF. Como os mensaleiros.

A bancada que mais cresce na Câmara é a Bancada da Papuda.

Matéria sobre a não cassação de Donadon aqui.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Duque de Caxias na página principal da Wikipedia em inglês

Ainda não é a grande cidade da Baixada Fluminense, mas ela há de chegar lá. Se já não chegou. Foi no domingo passado que Duque de Caxias apareceu como destaque principal na página principal da Wikipedia em inglês, conforme podemos ver na ilustração acima.

É curioso o interesse dos enciclopedistas da Wikipedia em inglês por essa figura histórica do Brasil. E é curioso que os enciclopedistas da mesma Wikipedia em português não tenham colocado na texto em português tantos dados biográficos como há no texto em inglês. Isso pode ser um indício de falta de empenho dos enciclopedistas lusófonos (inclusive dos brasileiros) ou um maior zelo dos enciclopedistas em inglês, mais empenhados que os colegas lusófonos e também interessados em figuras históricas de outros países, mesmo daqueles que não falam inglês.

O pessoal do contra pode até criticar Caxias por algumas atitudes que ele tomou em sua vida e na carreira militar, mas não pode concordar que um texto biográfico sobre ele seja maior em inglês que em português. Conhecimento nunca é demais. Ainda mais sobre história. Povo que não conhece seu passado está fadado a  não aprender nada sobre sua história, não seguir bons exemplos e repetir no presente e no futuro os erros do passado.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O encontro de João Roberto Marinho com Lula

Resposta para Altamiro Borges:

Esses dois sujeitos podem ter conversado sobre todos esses assuntos, sobre alguns, sobre um deles ou qualquer outro assunto que não seja um desses. Não se sabe ainda quem venceu essa peleja. O que podemos imaginar é que o país sairá perdendo. Ou já perdeu.

domingo, 25 de agosto de 2013

Quando o Rosa de Saron foi posto na geladeira da Canção Nova

Há grande possibilidade de alguém me encontrar na plateia, neste vídeo aqui. Porque eu lembro que estava lá presente. Isso foi por volta de 1996 ou 1997. Na época, eu cortava o cabelo bem curtinho, estilo militar, quase careca. Eu era soldado da Aeronáutica.

Fonte: Mural de Tchelão no Facebook.

Hahahaha!!! O vídeo que fez a Canção Nova ficar um bom tempo sem chamar a gente pra tocar por causa da minha camiseta do Exterminador do Futuro!!! E olha que o óculos amarelo era bem pior que a camiseta....rsrsrs!

Lamentável é o que o sucessor de Tchelão no Rosa de Saron andou falando na Rede Globo.

Fonte: postagem de Tchelão no Facebook.

Durante o show, os telespectadores ligavam lá na Canção Nova e pediam para tirar a gente do ar..kkkk!



Mais comentários aqui.

sábado, 24 de agosto de 2013

Dilma de motocicleta nas ruas de Brasília


Resposta para Tijolaço e Com Texto Livre publicada no Facebook:

Tomara que essa história toda da Dilma de motocicleta seja verdade. Em geral, esses caras que chegam à chefia de um governo ou de um Estado se esquecem que eles mesmos individualmente não podem se colocar acima de ninguém por causa dos cargos. Vez ou outra algum deles deve quebrar o gelo do protocolo. Só não podem partir para a irresponsabilidade total. Os seguranças devem ter guardado dona Dilma, a alguns metros de distância. Isso se um deles não foi na própria moto, pilotando ou na garupa.

Tudo isso acontece quase um mês depois de o Papa ter passado pelas ruas do Rio de Janeiro em carro sem blindagem e em papamóvel aberto.

Fonte da notícia: Folha de São Paulo.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Joss Whedon critica final de 'O Império Contra-Ataca'


"Império cometeu o erro mortal de não terminar de verdade. Isso me chocou na época e eu ainda acho que é uma péssima ideia. (...) Não é um final. É um 'volte na semana que vem', ou 'daqui a três anos', e isso me deixa chateado. Eu vou ao cinema para ter uma experiência completa. Se quero um filme que não acaba, eu vou a um filme francês. É uma quebra de confiança para mim. Um filme precisa ser completo em si mesmo" (Joss Whedon)

Resposta para Omelete:

Muito engraçado, esse Joss Whedon. Ele não sabe com quem está lidando. Além de criticar o único filme da saga Star Wars tão icônico e bom que nem George Lucas teve coragem de alterar substancialmente quando era seu dono, Whedon comprou uma briga com os fãs da saga e com a crítica (até mesmo alguns daqueles que rejeitam filmes-pipoca fazem elogios a esse filme). Pra quem não sabe, a Disney gastou US$ 4 bilhões para comprar a Marvel, pra quem Joss Whedon faz os filmes dos Vingadores, e no ano passado a Disney gastou a mesma quantia de dinheiro para comprar a Lucasfilm, onde estão várias franquias, entre elas a Star Wars, da qual faz parte O Império Contra-Ataca. Joss Whedon deve estar com muita moral dentro da Disney, pra espinafrar uma das jóias do grupo do rato orelhudo.

Se Joss Whedon não sabe, o cinema foi criado pelos irmãos Lumière. Portanto, o cinema nasceu na França. Os franceses continuam dando aula de cinema, até hoje. Joss Whedon não é obrigado a gostar de todos os filmes franceses, mas não pode esculhambar todos por não ter aprovado o final de alguns. Whedon devia estar mais preocupado em fazer seu trabalho, ao invés de esculhambar o trabalho alheio.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Visões diferentes sobre o Novo

Eu também tenho discordâncias com o partido Novo. Não as mesmas discordâncias que a corja da esquerda tem. Me divirto com as asneiras que eles escrevem. Como no perfil Socialismo da Depressão. Pouca coisa se salva. Aproveitei para deixar minha visão a respeito desse partido de liberalistas econômicos:

É bom que o Novo seja registrado. Para ser derrotado nas urnas por quem discorda dele.

Muitos direitistas e liberalistas econômicos reclamam que todos os atuais partidos posam de esquerda ou progressistas, e que mesmo os direitistas do quadro partidário são envergonhados, não se assumindo como tal.

Mas não nego que o Novo mereça espaço e o registro. Os direitistas e os liberalistas econômicos não tem representação partidária. Hoje todo mundo posa de esquerdista, de progressista, de lulo-dilmista. Até os direitistas envergonhados na base de apoio do governo federal. Esses direitistas envergonhados não representam os direitistas assumidos.

Há até quem diga que o Novo representaria também os libertários, mas esses estariam melhor representados pelo Liber.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O lobo (às vezes) solitário

Resposta de Marcelo Pereira no Facebook (continuando esta postagem):

Alexandre rompeu com estes farsantes. Se vc prestar atenção no design do Mingau de Aço, ele eliminou todas as referências aos blogueiros pseudo-progressistas. Eu já era meio desconfiado deles, mas o conhecimento dos bastidores dos integrantes do Partido dos Traídores, abriu os olhos dele.

Grande Marcelo Pereira! Tinha reparado ali nos blogues do Alexandre Figueiredo algumas mudanças, mas agora que você mencionou, vou ver melhor.

Eu também tive que fazer umas mudanças nos blogues que faço, principalmente no meu particular. Tirei muitos blogues. Mantive um monte de linques para blogues com quem tenho discordâncias, mas com o aviso 'Blogues variados, instigantes ou polêmicos. Confira por sua conta e risco!'. Os linques ficaram ali mais para que os internautas se informem e tenham fontes variadas de leitura. Não é pra concordar com tudo.

E tem aquele caso do meu extinto blogue, cuja URL foi assumida por outro internauta. Eu tinha inscrito o blogue na rede Blogs pela Democracia. Tirei quando não convenci a corja a largar aquela encrenca da candidatura presidencial de José Serra em 2010. Definitivamente a noção deles de 'democracia' não é a mesma que a minha.

Outro dia fiz um teste de personalidade, com base no instinto de animais. Curiosamente, o resultado que deu é que meu perfil é de um lobo. Não vou entrar em detalhes do teste, mas aqui só digo que também procuro me enturmar, como fazem os lobos em suas alcateias. Mas tem ocasiões em que é melhor agir como um lobo solitário.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Instituto JMJ na maior pindaíba

Mesmo assim, as cavalgaduras do Apocalipse reclamam aos quatro ventos que teria entrado dinheiro público na Jornada Mundial da Juventude. Agora as cavalgaduras tem que explicar agora a pindaíba relatada ontem por O Dia:

Passada a visita do Papa Francisco, a Arquidiocese do Rio se vira para conseguir quitar as contas relacionadas à organização da Jornada Mundial da Juventude. Decidiu fazer uma vaquinha entre católicos endinheirados — muitos foram procurados para pingar uma contribuição.

Diga-se de passagem: entre os tais católicos endinheirados, não incluamos o Estado brasileiro, que é laico e deixará o Instituto Jornada Mundial da Juventude na pindaíba.

E ainda tem gente dizendo que este país tem condições de sediar Copa e Olim Piada...

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sindicato pede cassação de outorga da Rede TV!

Segundo o portal Comunique-se, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo pediu ao Ministro das Comunicações Paulo Bernardo a cassação da outorga da Rede TV!, pois a emissora estaria sonegando pagamento ao INSS. Segundo o Comunique-se, o ministro ainda não viu a documentação, mas afirmou que, se confirmada a falta de pagamento do INSS aos funcionários, a situação será considerada "muito grave".

Na boa. Gostaria de ver as autoridades do governo brasileiro também falarem grosso a respeito daquela famosa TV carioca acusada de não pagar impostos relativos a compra de direitos de transmissão de eventos esportivos. Falar grosso a respeito de uma TV pré-falimentar sucessora das falidas TV Excelsior e TV Manchete é fácil.

domingo, 18 de agosto de 2013

Brasileiro xará do líder da Igreja Deus é Amor é detido em Londres por 9 horas

Sério. Quando eu vi esta notícia na Globo News antes de ouvir a apresentação de quem é esse tal de David Miranda, pensei que se tratava do fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor. Afinal, pastor neopentecostal detido em aeroporto no exterior já não é novidade nenhuma. Vide o casal Hernandes.

Na verdade, o tal David Miranda detido é um jornalista e companheiro do jornalista americano Glenn Greenwald, aquele que revelou a estratégia de espionagem cibernética do governo dos Estados Unidos, feito pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).

Diante desse caso, o Itamaraty dá aqueles ineficazes tapas de luva de pelica, já que governo brasileiro é fraco e sem poder de persuasão. O melhor comentário até agora é de Rudyard Pinheiro, no G1:

Pois é ingleses, se retratem e devolvam os pertences do rapaz meio doente que ainda não tomou a vacina anti-boiolonica do Feliciano, caso não se retratem enviaremos nossa moderna frota de F-5 da década de sessenta a bordo do nosso inabalável porta aviões São Paulo da segunda guerra para resolver esse impasse! É deprimente...

sábado, 17 de agosto de 2013

Temor pelo amigo que frequentava as reuniões dos #BlogProg Rio

Mensagem para Alexandre Figueiredo no Facebook:

Lembro de quando o amigo Alexandre escrevia entusiasmado sobre as primeiras reuniões dos blogueiros ditos "progressistas" no Rio de Janeiro, reuniões em que ele esteve presente pessoalmente. Eu que não poderia ir numa reunião dessas, e jamais fui. Eu já ando com um pé atrás até mesmo com algumas pessoas com quem tenho alguma concordância filosófica ou ideológica... Tenho mais ainda com quem discordo frontalmente sob o ponto de vista ideológico. Quero distância dessa gente. Debate com eles, só em campos neutros.

Agora vejo os tais blogueiros "progressistas" defendendo com unhas e dentes a tal Mídia Ninja e seu financiador Coletivo Fora do Eixo. Zé Dirceu (ídolo de boa parte dos ‪#‎BlogProg‬) saiu em defesa dos ninjas e dos Fora do Eixo, diante de manobras do senador Aloysio Nunes. Isso é briga de cachorro grande, tanto do lado dos lulistas quanto do senador tucano. Eu que não me meto nessa briga.

Como o Alexandre vem contestando a Mídia Ninja desde sua ascensão e critica o Coletivo Fora de Eixo há anos, creio ser prudente o amigo Alexandre fazer o que lhe recomendei fazer há anos: deixar o convívio com esses blogueiros "progressistas". Essa gente não aceita o contraditório. Só aceitam adesão incondicional.

Como em tudo na vida, antes só do que mal acompanhado.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Alexandre Borges: "Você já viu esse filme"

Tirando esse monte de mi mi mis de peninha do tucanato representados pelas aspas no parágrafo 1, o texto abaixo é válido como crítica aos esquemas de poder hoje em voga no Brasil, seja na política ou na imprensa.

Fonte: Alexandre Borges no Facebook.

Você já viu esse filme:

1. PT em baixa nas pesquisas. Começa a pipocar 'denúncias'. 'dossiês' e 'vazamentos' na imprensa contra o PSDB, normalmente na Folha.

2. Blogueiros, jornalistas e os petistas de sempre reclamam da 'parcialidade da mídia' por não dar a atenção às denúncias que eles querem. Voltam as ameaças de controle estatal da imprensa pelo apparatchik.

3. Os analfabetos funcionais nas redações ficam assustados com a patrulha, com as cobranças dos amigos barbudos de mesa de bar, e começam a aumentar o espaço das 'denúncias' para tentar fugir da patrulha. Seus editores apoiam para não ficar para trás dos concorrentes.

4. Depois de algumas semanas de 'escândalos' fabricados na Folha, aparece uma grande revelação no O GLOBO, seguido pelo Estadão.

5. Petistas e psolentos do congressos, 'indignados' com os escândalos, pedem CPIs e voltam a falar como opositores.

6. Elio Gaspari faz um artigo cheio de neologismos tentando passar a idéia de que se o PT erra a oposição é 'demófoba'.

7. Celebridades, jornalistas e blogueiros invertebrados começam a dizer que 'político é tudo igual' e fazem tábula rasa dos escândalos, igualando os reais e os imaginários.

8. PT retoma o protagonismo do noticiário com alguma medida publicitária e populista.

9. PT vence a eleição e o jogo é zerado.

10. Volte ao início.

sábado, 10 de agosto de 2013

Falsa Fox manda comunicado para enviar vírus e captar informações de internautas

De vez em quando recebo uma mensagem de correio eletrônico como esta, atribuída a diversas corporações bem conhecidas. Muitas dessas mensagens são de falsários, ávidos por mandar vírus e captar informações de internautas. Eles chegam ao objetivo quando os internautas clicam em cima dos botões ou atalhos anexados. Algumas mensagens permitem que se observe quem enviou. Ainda que apareça um endereço de correio eletrônico autêntico do remetente, não se pode clicar nesses botões, caso não haja solicitação para receber o tipo de mensagem recebida.

No caso da mensagem aqui reproduzida, a falsa Fox convida o internauta interessado nas novidades da empresa cinematográfica a aceitar a "nova política de privacidade" da empresa. Eu até recebi durante algum tempo notícias da própria Fox, mas ela só mandava notícias, sem nenhuma oferta de interação, com ou sem botões. Já o remetente da falsa Fox está numa URL que não pertence à Fox, seja a matriz americana ou qualquer filial. Mandei esta mensagem para a caixa de spam do meu provedor.

Portanto, amigos, nada de aceitar qualquer coisa enviada por correio eletrônico, venha de onde vier. Mesmo atribuídas a corporações de quem se quer receber notícias ou se quer ter algum relacionamento. Pode ser uma mensagem de falsários querendo aplicar golpes a partir do ambiente digital. Se não for possível verificar a autenticidade do remetente ou se de fato ele for falso, também se deve rejeitar tais ofertas e convites.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Somente consórcio da zona sul carioca tem ônibus com piso baixo e monitores de vídeo

Essa nova organização mandrake do sistema municipal de ônibus municipais do Rio de Janeiro está produzindo cada vez mais sintomas da farsa que é. Observem que, dos quatro consórcios de ônibus pintados igual bula de remédio, apenas o consórcio Intersul (aquele das tarjas amarelas que atende a Zona Sul, o Centro e a Grande Tijuca) tem ônibus com monitores que exibem vídeos mudos com notícias e serviços durante a viagem. O mesmo consórcio é também o único que tem as duas únicas empresas da cidade que possuem ônibus com piso baixo: a Vila Isabel e a Translitorânea, sendo que a Translitorânea também opera linhas com ônibus baixos no consórcio Transcarioca, aquele consórcio das tarjas azuis que atende Barra, Recreio, Jacarepaguá, Vila Valqueire e Cascadura.

Não me chamem para apoiar um sistema de ônibus como esse.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Alex Mariano e o lado humano do radialismo rock


Autor: Alexandre Figueiredo. Fonte: blogue Kiss FM Rio de Janeiro, 6 de julho de 2013.

Na noite de ontem (5/8/2013), morreu assassinado num assalto o comerciante Alex Mariano Franco. Ele encerrava o expediente de sua loja Fênix, na Rua Visconde de Sepetiba, no Centro Norte de Niterói, quando foi rendido e depois baleado por assaltantes. O Centro Norte é considerado uma das áreas mais perigosas de Niterói.

Mas ele seria apenas um dos cidadãos covardemente mortos pela violência urbana se não fosse o fato de que, nos anos 80, Alex Mariano tivesse sido um dos integrantes da equipe fundadora da Rádio Fluminense FM. É a terceira morte entre os membros fundadores, depois de Samuel Wainer Filho, morto em acidente de carro em 1984, e Carlos Lacombe, também vítima de assalto, em 2002.

Alex vivia o espírito da época, quando jovens brasileiros ainda sentiam o gosto da Contracultura dos anos 60 que, naquele Brasil sufocado pela ditadura militar, foi tragada aos poucos, só acabando às vésperas do Rock In Rio, em 1984.

Mas o aparente atraso, no entanto, revelava uma criatividade. Afinal, tivemos mentes brilhantes que fizeram o Rock Brasil, o cinema juvenil brasileiro, o radialismo, o teatro e as artes plásticas que marcaram a década de 80. Se os jovens brasileiros ainda eram meio hippies quando até o punk parecia passado na Inglaterra, eles tinham jogo de cintura o bastante para se manterem modernos e atualizados.

E a Fluminense FM mostrava esse espírito, o lado humano do radialismo rock que hoje é apenas um baú de recordações. É pena que hoje o radialismo rock, reduzido a uma piada de dois números consecutivos (89), é mais uma questão de logotipo, de departamento comercial e parcerias promocionais do que um estado de espírito, impossível de ser assumido por locutores imbecilizados de fala tresloucada.

Há trinta anos atrás - e eu, aos 12 anos, começava a "mergulhar" fundo nas audições da Fluminense FM - , Alex Mariano dava seu sangue junto a Luiz Antônio Mello, Mylena Ciribelli, Monika Venerabile, Amaury Santos, Sérgio Vasconcellos, Liliane Yusim, Selma Boiron, Maurício Valladares, o citado Carlos Lacombe, entre outros.

Tempos em que rádios de rock tinham locutores que falavam feito gente, tinham inteligência e não arrogância, e respeitavam o rock antigo e o rock novo. Nada a ver com os tempos boçais de hoje, de uma 89 FM que tanto ignora os Beatles quanto o Beady Eye e acha que tudo que Mark Knopfler fez na vida foi "Sultans of Swing" e o álbum Brother In Arms.

E as rádios de rock eram mais abrangentes. Os vários produtores da Fluminense FM, com um pouco de sua bagagem musical, contribuíram para o vasto repertório que a "Maldita" tocava, e a anos-luz da Internet, havia muito mais liberdade de repertório roqueiro do que hoje, tempos de informação globalizada. Luiz Antônio Mello marcou não só pelo seu grande talento de coordenador, mas também pela cumplicidade de uma equipe que compartilhava com ele esse talento, amor e dedicação à rádio.

É porque, entregue à mesmice empresarial e aos interesses meramente comerciais, o radialismo rock hoje é um hit-parade robotizado e acéfalo montado praticamente pelas gravadoras, já que basta apenas ao programador hoje "distribuir" as músicas previamente lançadas.

Não há mais amor nas "rádios rock", não há mais espontaneidade nem talento nem criatividade. Há até ódio e rancor nas rádios ditas roqueiras hoje. Muita arrogância, muito fascismo, baseado apenas na "virtude" de não tocarem grupos vocais adolescentes e ídolos do "pagode romântico" e "sertanejo". Mas ter defeitos a menos não é o mesmo que ter qualidades a mais.

Alex Mariano entendia de tropicalismo e música brasileira. Mas também apreciava o rock clássico, e como coordenador da Fluminense FM logo após a saída de Luiz Antônio Mello em 1985, ele adotou essa linha. E um episódio ficou célebre envolvendo a briga entre Alex e Maurício Valladares.

Por causa do Rock In Rio, Maurício Valladares, fotógrafo, jornalista e divulgador e amigo de bandas como Paralamas do Sucesso e Legião Urbana, apresentava o Rock Alive (a princípio, junto com Liliane Yusim), pensava que a Fluminense FM deveria mudar seu rumo para a soul music, funk autêntico e world music.

Era uma época em que a etnografia musical não era corrompida pelo canto da sereia brega-popularesco pois hoje, em nome do "mundialismo cultural", misturam-se alhos com bugalhos enfiando o joio do "funk carioca", tecnobrega, axé-music no trigo da diversidade folclórica terceiro-mundista. Como deixou claro Hermano Vianna, antropólogo que surgiu como discípulo de Valladares.

MauVal, como era conhecido, chegou aos estúdios da Fluminense FM, no mesmo centro de Niterói que viu Alex Mariano morrer na noite passada, e, encontrando ele no seu trabalho, criticou a programação roqueira da emissora. Mariano não gostou das críticas, e afirmou que a linha da Fluminense era aquela, rock'n'roll, e MauVal, irritado, decidiu dar fim ao Rock Alive, que, reformulado, hoje corresponde ao programa Ronca Ronca.

Alex Mariano, através do episódio tardiamente divulgado na Internet, foi injustamente tido como radical e xiita. Mas ele apenas havia sido fiel ao caminho que a Fluminense FM tomou, que, do contrário que se imagina, ainda manteve a programação musical em bons termos até 1990, já que entre 1986 e 1988 a emissora chegou mesmo a divulgar novos nomes do rock alternativo estrangeiro, alguns inéditos até hoje no mercado brasileiro, como Weather Prophets e Rose Of Avalanche.

A imagem de radical vinha em tempos trevosos de 2001, quando a ditadura midiática estava no auge e, no lugar do brilhantismo da Fluminense, o radialismo rock era (muito mal) representado pelo fascismo de tinturas extremo-direitistas da Rádio Cidade (que um dia foi uma rádio pop boa), que transformou até Monika Venerabile em caricatura de si mesma (hoje, "castigada", ela apresenta programas popularescos na Nativa FM carioca, franquia de rádio dos mesmos donos da 89 FM).

Foi uma luta para mim, que escrevia textos sobre radialismo rock na Internet, provar que o radialismo rock representado pela 89 e Cidade era fajuto, quando a tendência (equivocada) era de muita gente acreditar que a Fluminense FM de 1986 que ousava tocar Durutti Column na programação normal era "pior" do que a Rádio Cidade de 1996 que tinha medo de tocar até Beck Hansen (sucesso na MTV na época).

Muito da relembrança da Rádio Fluminense FM se deveu nos meus textos da Internet, que apresentavam às gerações recentes caraterísticas que as ditas "rádios rock" hoje não têm, e pude expandir a recordação da emissora niteroiense que Luiz Antônio Mello descreveu no livro A Onda Maldita.

Hoje a Fluminense FM não existe mais, mas até mesmo a 89 FM de 1985-1987 está morta para sempre, e olha que nessa época a 89 estava mais para uma sub-equivalente paulistana da Estácio FM, perdia até para a Fluminense de 1986-1990. É de se lamentar que muitos apoiem a 89 FM e sua fórmula "Jovem Pan com guitarras" esperando, em vão, ouvir Frank Zappa e Violeta de Outono até na hora do almoço, enquanto seus ouvidos sangram ao som de bandas poser, emo e pós-grunge.

Há muito Alex Mariano não estava mais no radialismo rock. Foi sua opção pessoal largar o ramo. Tinha outros projetos. Gostava da cultura de povos primitivos, como os Maias, Incas e Astecas, adorava viajar e gostava muito de ler sobre Economia e transporte aéreo. E, até o lamentável desfecho de ontem, também adorava manter a loja Fênix.

Ver que, no país atolado pela medriocridade galopante (até a boa publicação Carta Capital se vende para um bando de jornalistas culturais que glamourizam a breguice cultural que arrasa com o Brasil) uma pessoa como Alex Mariano morrer da forma que morreu, é desesperador.

E nem tanto por apenas ele ter sido um grande profissional de rádio. Mas como figura humana e um exemplo para os tempos de hoje, movidos pelo mero pragmatismo das conveniências. Amigos, familiares e parceiros sentirão muita falta do convívio diário de Alex Mariano, deixando uma sombra na Fênix que nem se sabe se renascerá das cinzas da violência urbana.

Eu mesmo passava nas minhas andanças pelo centro niteroiense pela Rua Visconde de Sepetiba e não tinha a menor ideia que Alex Mariano trabalhava numa loja de lá. Só soube depois da tragédia. Se soubesse antes, quem sabe eu pudesse conhecê-lo e trocar ideias e conversar sobre vários assuntos na vida. Lamentavelmente, meu quase xará faleceu relativamente cedo, aos 59 anos de idade.

O que resta agora é a polícia identificar e prender os assassinos de Alex Mariano. Depoimentos estão sendo feitos neste sentido por diversas testemunhas. Quanto ao legado do radialismo rock, Alex já faz parte da história. E, sem uma rádio à altura da Fluminense FM, num dial FM que, em todo o Brasil, sofre uma crise catastrófica - até agora não-assumida por colunistas de rádio - , quem curte rock está a anos-luz longe da 89 FM e asseclas e monta sua seleção pessoal por MP3.

São outros tempos. Creio que mais sombrios.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Virou Feira de Acari! Na Abril, 9 Bravos valem 25 Vejas

Fonte: Socialismo da Depressão:

Imagine você, que assinava a revista BRAVO!, que foi extinta, receber essa proposta sensacional?

A Veja eu não gostaria de receber nem se me pagassem.

A Editora Abril vive seus últimos tempos. Com esse tipo de proposta, virou Feira de Acari! E na hora da xepa!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A overdose do petismo

Autor: Percival Puggina. Texto recebido por este blogue.

Raras vezes se viu tamanha barafunda num "mar de rosas". Dilma Rousseff já cumpriu dois terços de seu mandato acumulando trapalhadas e fracassos. Demorou duas décadas mas, finalmente, o PT está alcançando seu objetivo de 1994 - acabar com o Plano Real. O sonho dourado das esquerdas nos anos 90, o fim do programa que deu estabilidade à moeda nacional, aquilo que Lula tentou mas não conseguiu em seus oito anos, Dilma, está realizando em menos de quatro, à base de trombada na cristaleira. O petismo espatifou a Economia e tudo mais à sua volta. Nem despejando bilhões no mercado, o Banco Central consegue conter a evasão das verdinhas ianques, que se retiram do país como os ratos abandonavam o Titanic nas impressionantes cenas do filme de James Cameron.

Há poucos meses, quando o PT festejava em São Paulo seus dez anos no governo da União, o tom ufanista dos discursos mostrava que o partido chegara à overdose de poder. "Pode juntar quem quiser", bravateou Lula, convicto de nova vitória do partido em 2014. "Qualquer coisa que eles tentarem fazer nós fazemos mais e melhor", prosseguiu o eufórico ex-presidente, nariz enfiado no pote do poder. Seguiu-o a arrevesada sucessora, tratando de mostrar serviço. Arrombou a ostra onde oculta sua sabedoria e extraiu esta pérola: "Não tenho medo de comparações, inclusive sobre corrupção"... Isso tem outro nome, claro. Mas é, também, overdose de poder. Poder sobre a própria imagem, sobre a sociedade, poder sobre os demais poderes, poder sobre a mídia, poder agregado, ano após ano, em sequências exponenciais perante auditórios interesseiros.

Quatro meses depois, foi a vez de o povo evidenciar que também ele tivera sua overdose de petismo. E saiu às ruas para pacíficas e civilizadas demonstrações de inconformidade. O povo deu uma olhada no próprio país e percebeu que, por trás da publicidade, dos cenários, das montagens, das invenções e versões, tudo - simplesmente tudo! - vai muito mal. Depois de dois PACs lançados às urtigas, que não valiam a tinta e o papel gastos para redigi-los, a economia arqueja sobre uma infraestrutura carente de tudo que importa - energia, rodovias, ferrovias, armazenagem, portos. Quanto mais PAC, menos PIB. O Rio São Francisco continua no mesmo lugar, levando, dolente, suas águas para o mar de Alagoas. Nas refinarias projetadas, nada se avoluma com maior rapidez do que o preço inicialmente previsto. Aqui no Rio Grande do Sul, de onde escrevo, as ditas "obra da Copa" ficarão para depois da Copa. O prometido, jurado e sacramentado metrô de Porto Alegre ainda é um risco no papel, em eterna discussão. E a duplicação da travessia do Guaíba resume-se a um trabalho de computação gráfica.

A Educação brasileira é a penúltima entre 40 países estudados pela Economist Intelligence Unit. A Saúde beira à perfeição. Sim, é um perfeitíssimo pandemônio! Nós, os cidadãos, reconhecemos que houve uma inversão nos extratos sociais. Mudamo-nos para o submundo, para a zona de perigo, onde não existe a proteção da lei, onde padecemos nossa desdita sob a implacável violência do andar de cima. Ali, no andar de cima, é tudo ao contrário e o mundo do crime opera ao resguardo do imenso guarda-chuva gentilmente proporcionado pelo aparelho de Estado e suas leis. É isso que se chama, aqui, de Segurança Pública. Tudo por obra e graça do petismo que chegou à overdose de si mesmo e perdeu os próprios controles.

domingo, 4 de agosto de 2013

A JMJ na visão de um morador de Copacabana

Fonte: postagem de Pe. Demétrio Gomes no Facebook.

"Moro em Copacabana. Fiquei praticamente 4 dias em prisão domiciliar. Grande parte do comércio estava fechada e o que funcionava tinha fila que não acabava. Era difícil sair de carro e era impossível correr ou caminhar na praia. Nem academia funcionou. Vi 5 filmes em 3 dias (a última vez que fiz isso devia ter uns 15 anos). Simplesmente ficou mais cheio do que no réveillon e por mais dias. Mas não escrevo para criticar, pelo contrário. Essa JMJ poderia repetir todo ano aqui em Copacabana. Nesses dias, não vislumbrei desrespeito, sujeira, sedução barata ou mesmo uso de substâncias ilícitas e abuso de álcool. Simplesmente, eu observava as filas e ninguém furava. Carros que eventualmente passavam não eram socados. Não vislumbrei agressões. Também não vi lata ou sujeira no chão. Não tinha gritos e sim cantorias. Peregrinos com as suas bandeiras. Ficou muito cheio, é verdade. Os sanitários disponibilizados eram poucos. Mas, independentemente da fé pessoal de cada um, o que eu vi foram jovens e adultos em uma celebração saudável. E vão embora daqui felizes. E deixaram muitos aqui felizes. Eu curti essa meninada."

Rodolfo Hartmann
Professor e Juiz Federal

sábado, 3 de agosto de 2013

Pastor ensina a passar “unção” com os pés e recebe críticas



Resposta para Gospel Prime:

Primeiro foi aquele apóstolo fazendo pregação sobre pés, depois que ele inventou que a última coisa que os discípulos viram de Jesus ressuscitado quando este subiu ao céu foram as solas dos pés do Senhor. Depois houve grupos musicais da igreja fazendo músicas como Pés apostólicos e Meus pés. Até hoje colocam pedidos dentro de sapatos na Marcha para Jesus. Agora vem o pastor Adeildo Costa com essa de unção com pés. Isso daria um filme de Sacha Baron Cohen.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

José Serra com poucos segundos de TV é um perigo


Resposta para Altamiro Borges:

No fundo, José Serra sabe que não será eleito presidente da República, jamais. Se tornou o novo Ademar de Barros, que assim como Serra também foi prefeito e governador de São Paulo. Ademar foi derrotado em um punhado de eleições presidenciais. José Serra já foi derrotado em duas eleições, e faz questão de ser derrotado outras tantas vezes. Seu objetivo não é ganhar eleição. É desagregar, tanto a esquerda brasileira como o próprio campo político do qual faz parte.

Que ninguém diga que José Serra não é capaz de aproveitar menos de um minuto de programa eleitoral na TV, se vier a ser um presidenciável por um partido pequeno ou de pequeno pra médio. Lembremos do finado Enéas Carneiro, que fez um estrago em um monte de candidaturas presidenciais com poucos segundos de TV. Em 1994, deixou para trás candidaturas de veteranos como Orestes Quércia, Leonel Brizola e Esperidião Amin. E olha que Enéas jamais venceu uma eleição majoritária. Serra ao menos foi eleito senador, prefeito e governador. Imaginem o estrago que ele faria com poucos segundos de TV e as estocadas que ele faria novamente em adversários e em colegas de partido. Ainda que jamais seja eleito presidente. Na era dos 140 toques do Twitter, poucos segundos de TV já bastam.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pe. Paulo Ricardo classifica fala de Guilherme de Sá como herética

Rescaldos da JMJ...



Resposta para Apologistas defensores da sã doutrina católica:

Eu gostava mais do Rosa de Saron quando quem faziam as letras eram o Tchelão (hoje no Flanders), o Bortolato (hoje em carreira solo de DJ), o Eduardo Faro e o Rogério Feltrin. Depois que o Guilherme entrou no lugar do Tchelão, ele tomou conta da banda e hoje a banda é praticamente o Guilherme e mais três. A qualidade das letras caiu sensivelmente. Nos últimos CDs, a maioria das músicas é de autoria do Guilherme, e sozinho. Uma ou outra ele faz com o Eduardo e/ou o Rogério.

Parece que o Guilherme anda deslumbrado com o contratão que a banda tem com a Som Livre e as consequentes aberturas na programação da Rede Globo e quem sabe nos canais Globosat. Quando até o Pe. Fábio de Melo (que também comete alguns equívocos) se constrange com parte do que Guilherme falou (segundo comentou um colega, aqui), é sinal de que a coisa desandou mesmo.

Eu sei que há protestantes, ateus, agnósticos, fiéis de outras religiões, adeptos do marxismo cultural e político e adeptos da cultura de mercado liberal. Mas nenhum deles jamais será tão inimigo da Igreja quanto os inimigos que ela tem dentro dela mesma.