Política, cultura e generalidades

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Conservadorismo contra demo-tucanato reacionário e lulo-dilmismo da direita à esquerda

Resposta para Carta Maior:

O que o conservadorismo faria do Brasil que temos hoje? Talvez (eu disse talvez) faça algo muito melhor do que tem feito essa corja lulo-dilmista, alguns destes ex-demo-tucanos muito bem abrigados na base fisiológica do Governo. Quanto aos REACIONÁRIOS da ainda atuante geração de FHC, Serra, Alckmin e Aécio, já sabemos o que fariam. Vide a Era FHC, a Era Aécio, a Era Tucana paulista...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A Corja Generalizada Satisfeita Com O Status Quo (Tudo Em Maiúsculas)

Resposta para Pizzaria do Poder:

Meu amigo Marcelo Pereira, não se preocupe com as supostas conspirações dos Grandes Empresários, dos Capitalistas e dos seus Representantes (tudo em maiúsculas, ao seu gosto) contra a coalizão lulo-dilmista. Nunca antes na história deste país esses caras ganharam tanto dinheiro e alienaram tanto a população. Mudar pra quê? Eles querem é que a zona continue do jeito que está. Inclusive com a mesma Corja (em maiúsculas) no poder. Todo mundo gritando, à moda daquele puxador de escola de samba! "Eike lindo! Que lindo!".

Quanto à musa do Millenium e representante do MDB cubano, daqui a pouco ela irá embora, e a corja do contra voltará para seus DCEs e a corja do a favor voltará para seus condomínios de luxo.

P.S: A musa do Millenium já deixou o país. Podem voltar para os DCEs e para os condomínios, cambada!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Que as afinidades virtuais virem amizades reais

Pelo menos é o que tenho procurado fazer com os novos contatos que encontro por aqui, seja pelos blogues, pelas redes sociais ou pelos debates promovidos nos mais variados ambientes virtuais. É difícil um contato casual pela Internet virar algo além disso, porque temos que tomar cuidado com esse tipo de contato. Na Internet, nem sempre quem se apresenta de uma maneira é de fato exatamente como tal. E a Internet está infestada de perfis falsos, de interesseiros, de aproveitadores e de larápios de toda ordem. É preciso prudência e sabedoria para achar alguém confiável. Só a partir daí que se pode transformar essa afinidade em amizade capaz de extrapolar o ambiente virtual e virar amizade de verdade, ainda que às vezes a distância seja muito grande para possibilitar um encontro pessoal de fato.

Na semana passada, vários amigos me cumprimentaram pelo dia de meu aniversário, que foi dia 23. Só no Facebook contei 33 amigos que me enviaram os parabéns no mural, e uns três que mandaram mensagens privadas. Outros já preferiram outros contatos, como telefone e SMS. Nenhum entrou em contato pelo Orkut, o que mostra a inutilidade desse meio para promover amizades hoje em dia. Houve ainda os que tive a graça de encontrar pessoalmente.

Gostaria de dizer que aprecio a amizade que tenho com todos. Agradeço pelos votos de aniversário. Devo dizer que não posso reclamar da vida que levo. Tenho amigos bacanas, trabalho com o que gosto de fazer e não me sinto sozinho. Problemas todos nós temos. Eu mesmo estou com uma tendinite que me persegue desde o mês passado, que tomara que não me cause mais problemas. Só que problemas são coisas que podemos superar. E eu já superei um bocado. Creio que dá para superar este. Vida que segue. Rumo aos 40!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Um debate sobre a polêmica 'avalanche' na Arena do Grêmio

Fonte: Facebook. Texto publicado em 31 de janeiro de 2013.

Jairo Piscitelli Jr

A avalanche era uma coisa linda de se ver... Até ontem. Participei duas vezes no Olímpico e confesso que realmente, apesar da alegria e forte emoção, é um momento meio tenso mesmo - creio que, depois disso, não haja mais argumento válido pra impedir a colocação das cadeiras na Geral (disseram que a inclinação da arquibancada da Arena - muito maior que a do Olímpico - foi a causa do acidente... faz algum sentido). Fui 100% a favor da manutenção do espetáculo - hoje, sou 100% realista e a favor de sua aposentadoria, pra evitar coisa pior.

A avalanche foi boa enquanto durou. Manter isso na Arena é irresponsabilidade de dirigentes pra satisfazer uma parcela de torcedores igualmente irresponsáveis.

Lindolfo Muller

Talvez a inclinação pudesse ser resolvida por engenheiros, mas o que parece não ter solução são as brigas e ameças de morte por parte dos grupos que se infiltram na geral. Ontem aconteceu de novo, novamente, outra vez...

sábado, 23 de fevereiro de 2013

'Titanomaquia': O grande álbum injustiçado dos Titãs


O álbum Titanomaquia (1993) é um dos mais injustiçados de toda a discografia das bandas do rock brasileiro oitentista. Os Titãs estavam vindo do lançamento do disco Tudo ao mesmo tempo agora (1991), primeiro disco autoproduzido da banda e que sofreu muito com baixas vendagens (menos de 150 mil cópias, padrão muito baixo para grandes artistas brasileiros no mercado fonográfico da época) e levou uma surra da crítica.

Bem melhor que o disco anterior, Titanomaquia é um excelente disco, é mais bem resolvido e mais coeso. Pode-se dizer que é o melhor disco da banda, se retirarmos da lista o incomparável Cabeça Dinossauro, que transcende a cena rock e a época em que foi gravado. Titanomaquia foi o primeiro disco dos Titãs sem a presença do fundador Arnaldo Antunes, que colaborou com a coautoria de algumas poucas faixas. Mas até que a banda fez um excelente trabalho de composição. As músicas foram de um extremo a outro: de letras complexas e sem refrões fáceis (algumas sequer tem refrão) a letras com repetição de palavras e expressões mais com o objetivo de sustentar a música que qualquer outra coisa.

Musicalmente, o disco foi uma resposta furiosa à chuva de críticas ao disco Tudo ao mesmo tempo agora. O capricho feito agora em Titanomaquia fez jus a análises desta vez positivas da crítica, apesar do estranhamento com um disco musicalmente pesado, fora de tudo o que os Titãs haviam feito antes. A produção e a mixagem do disco ficaram a cargo de Jack Endino, produtor do primeiro disco do Nirvana, Bleach. Não por acaso, Endino e os Titãs fizeram o disco ficar num meio termo entre o grunge e o punk rock. Apesar disso, é injusto classificar Titanomaquia como um mero "disco grunge". Embora tenha sido claramente influenciado pela cena grunge em voga na época, este disco tem muito mais. Tem uma banda entusiasmada com o som surpreendentemente pesado que fizeram e tem letras que só sujeitos inteligentes como os Titãs seriam capazes de escrever, parecendo sempre brincar com o idioma português.

Titanomaquia vendeu tão pouco ou quase tão pouco quanto Tudo ao mesmo tempo agora, mas gerou uma turnê que as testemunhas costumam dizer que foi memorável. Foi também o último disco do auge criativo da banda, que começou lá no primeiro disco e tem aqui no Titanomaquia um excelente ponto final. Depois a banda começou uma série de discos com apelo pop, com altos e baixos, até mesmo com discos constrangedores.

Eu ouvia algumas faixas de Titanomaquia entre 1993 e 1994 através da Fluminense FM. Mas só o ouvi inteiro em 2007. Desde então, o procurei em vários lugares. Até em lojas da lendária Galeria do Rock em São Paulo, onde encontrei em 2009 um exemplar original de 1993 (que nem soube se era usado ou não) sendo vendido por extorsivos 105 reais. E olha que o disco nem vinha na embalagem lacrada original, que era literalmente um saco de lixo (virgem) preto, ao invés dos tradicionais lacres plásticos transparentes. O disco estava há anos esgotado e fora do catálogo da Warner. Até que em 2011 foi feita uma nova prensagem de 1000 cópias. Uma delas adquiri agora neste mês e serviu de base para este texto.

Titanomaquia faixa a faixa

Todas as faixas foram assinadas coletivamente pelos Titãs, exceto as indicadas.

1 - Será que é isso o que eu necessito? - É uma das duas faixas feitas especialmente para responder à crítica. Foi um grande sucesso na época, inclusive radiofônico. Algumas rádios cometeram a asneira de tocar a versão editada e enviada pela gravadora, sem os dois únicos palavrões da letra. Esta música ganhou um videoclipe em preto e branco que reflete o projeto gráfico do encarte do disco e do lacre preto de 1993.

2 - Nem sempre se pode ser Deus - Como a faixa anterior, foi feita para responder à crítica. Também foi um sucesso.

3 - Disneylândia (Titãs/Arnaldo Antunes) - Tem uma enorme letra sem refrão, em que a banda descreve uma série de eventos da globalização. Basicamente a circulação desenfreada de pessoas, mercadorias e produções culturais em quase todo o mundo. A Disneylândia em si é citada só no final: "Crianças iraquianas fugidas da guerra não obtém visto no consulado americano do Egito para entrarem na Disneylândia". Fez relativo sucesso entre os fãs da banda.

4 - Hereditário (Titãs/Arnaldo Antunes) - Única faixa cantada por Nando Reis, mais do que nunca deslocado no Titanomaquia, por estar mais interessado na MPB mais comercial, que influenciou sua futura carreira solo. Tem um solo de teclado inesquecível, algo diferente num disco tão pesado como foi este. Claro que foi sucesso radiofônico. Também ganhou um videoclipe, como a primeira faixa.

5 - Estados alterados da mente - Uma música cuja letra é uma série de citações de incidentes neurológicos, na mesma linha da música O pulso, de Õ Blésq Blom.

6 - Agonizando - Uma música acelerada mas com letra grande e repetitiva feita unicamente para sustentar o peso e a velocidade da música.

7 - De olhos fechados (Titãs/Arnaldo Antunes) - Outra música com letra grande e repetitiva feita unicamente para sustentar o peso e a velocidade da música.

8 - Fazer o quê? - Uma música que começa com um lento e crescente (em volume de áudio) solo de guitarra, mas que depois explode em fúria com um ritmo pesado e marcial e com uma letra de inconformismo puro. A introdução foi adaptada do fragmento de Eurípides (século III a.C., Papiro de Viena G 2315).

9 - A verdadeira Mary Poppins - A primeira música do disco que lida com o tema da morte, até de uma forma irônica ("Eu sei que estou fedendo / Eu sei que estou apodrecendo") e que contém várias citações de celebridades falecidas ("Eu sou o rei Salomão / Eu sou John Kennedy / Eu sou Raul Seixas / Eu sou Jimi Hendrix"). Bruce Lee, Bob Marley e Peter Sellers também são citados. A música fez um relativo sucesso entre os fãs da banda. Em toda a discografia dos Titãs, é provavelmente a faixa em que o então baterista Charles Gavin atingiu seu auge, mostrando todo o seu potencial criativo.

10 - Felizes são os peixes - Uma música pesada e rápida como todo bom punk rock, com letra curtíssima (a mais curta do disco), e sem nenhuma mensagem específica. A música é pra fazer barulho, mesmo.

11 - Tempo pra gastar - A música mais longa do disco também é a melhor de todas, em música e letra. É a crônica do sujeito que está com tempo sobrando e procura algo para fazer. Lá no final, Sérgio Britto diz no microfone a data e hora exatos da gravação da música ("São 18 horas e 30 minutos. Dia 30 de março de 1993. Terça-feira"). A Fluminense FM tocou bastante esta música.

12 - Dissertação do Papa sobre o crime seguida de orgia - Os Titãs jamais foram tão radicais quanto nesta música. Nem nos tempos do Cabeça Dinossauro. A letra foi toda retirada do livro homônimo do Marquês de Sade. É uma descrição com detalhes de variadas formas de assassinato brutal cometidas por membros de vários povos ao longo da história humana. A descrição vem depois do aviso: "O assassinato é uma paixão como o jogo, o vinho, os rapazes e as mulheres, e jamais corrigida se a ela nos acostumarmos. O crime é venerado e posto em uso por toda a Terra. De um pólo a outro se imolam vidas humanas".

13 - Taxidermia - A última faixa do disco é a terceira música que cita o tema da morte, de forma mais indireta do que as outras. O nome da música e alguns versos fazem referência a um conhecido método de preservação de cadáveres: a taxidermia. O clipe da música traz seu vocalista Paulo Miklos sendo embalado em diversas embalagens plásticas e acrílicas, assim como um cadáver em processo de taxidermia.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A gênese da queda é a traição

Eu não tenho mais saco para a conversa mole da esquerda. Eu francamente digo que todo esquerdista autêntico que nunca apoiou governo algum só não é um neoliberal porque lhe falta capital para ser de fato capitalista. Não dá para ser neoliberal sem grana nem poder, assim como não dá para ser capitalista sem capital. Os esquerdistas governistas são piores ainda, ainda que os autênticos neguem a paternidade esquerdista sobre os governistas, portanto negando aos governistas a alcunha de esquerda. Essa gente não sabe o que perderam ao traírem a confiança de tanta gente que um dia confiou nessa corja pra substituir aquela direita libertina (ou neoliberal, como queiram) que estava no poder antes. Creio que há muita gente como eu por aí. Só nos falta representação.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Áudio do 'Globo News Painel' será repetido pela CBN

Depois do Programa do Jô, mais um programa de TV das Organizações Globo passará a ter seu áudio repetido pela rádio CBN. Será o Globo News Painel, da Globo News, que vai ao ar aos sábados, por volta de 23h. O programa é apresentado por William Waack, aquele que também é âncora do Jornal da Globo e há anos leva uma surra da blogosfera progressista. Não sem merecimento da parte dele.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Tempo de Conclave e conversão (texto de Percival Puggina)

Autor: Percival Puggina. Texto recebido por este blogue.

A renúncia de Bento XVI traz para a agenda dados e fatos da história recente da Igreja Católica. No meio deles, a disputa entre conservadores e progressistas. Durante as últimas décadas, foi-se tornando explícita a desastrosa ideologização e o engajamento político de extensos setores da Igreja numa seqüência que começou com a preparação do terreno pelos Cristãos para o Socialismo (CpS), avançou com a concepção de uma Igreja Popular, ganhou suposta base filosófica através da Teologia da Libertação (TL) e se ramificou com as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). No fundo, era o velho biscoito marxista molhado em água benta e servido segundo a estratégia de Gramsci.

Essas idéias ganharam os seminários, encantaram segmentos da hierarquia, coincidiram com a ostpolitik do Vaticano nos anos 60 e 70, influenciaram o Concílio Vaticano II, fizeram adeptos em expressivos segmentos da intelectualidade laica e cativaram a tal ponto a maioria das editoras religiosas que por volta dos anos 80 era quase impossível encontrar um livro católico que não estivesse contaminado pela TL. Foi terrível a influência dessas idéias sobre a CNBB, no topo, e sobre os seminários, na base. Editavam-se, em profusão, documentos e livros que funcionavam como difusores do credo marxista dos autores da moda, cujos nomes, necessariamente, enfeitavam as notas de rodapé: Leonardo Boff, Frei Betto, Jon Sobrino, Pablo Richards, Gustavo Gutierrez, entre outros. As próprias assembléias da entidade dos bispos ganhavam muito mais destaque pelo conteúdo político dos depoimentos de alguns participantes do que pela orientação pastoral. Era evidente o alinhamento da face mais visível da Igreja Católica no Brasil com o discurso utópico e voluntarista, marxista e comunista, oposicionista e oportunista do partido que hoje hegemoniza o poder no Brasil.

Ao longo de quatro décadas, em centenas de artigos, mostrei que essa distorção e perda de foco está entre as causas da deserção de muitos fiéis que têm fluído para outros credos em busca da espiritualidade que a minha Igreja se omite em lhes proporcionar. Sempre esclareci que o amor cristão aos pobres não se pode confundir com o ódio ideológico aos ricos. Sempre sustentei a importância das autonomias. Sempre disse que a militância política é um espaço dos leigos e não dos seus pastores nem dos documentos eclesiais. Conquistei inimigos. Nossa! Quantos inimigos me apareceram!

Por aqueles descaminhos, a CNBB, inúmeras dioceses e pastorais ajudaram a construir e saudaram a vitória petista em 2002 como a concretização do Reino de Deus. Lá estava Frei Betto, ao pé da orelha de seu messias de Garanhuns. O humilde metalúrgico do ABC arribava, enfim, à Brasília terrestre, montado no burrico de sua simplicidade. Com a diferença de que Lula chegava mais popular do que Jesus em Jerusalém. O marido de Marisa Letícia vinha para instaurar o reino definitivo aqui e agora. A estrela avermelhou-se e se instalou nos jardins do Alvorada. Hosana ao filho de dona Lindú!

No entanto, o homem das promessas desembarcou na terra prometida para não cumprir qualquer delas. O barbudo em quem depositavam tantas esperanças precipitou-se do trono de nuvens desde o qual julgava, dedo em riste, os bons e os maus, para associar-se aos maus e aos piores. Não fez qualquer milagre. Não multiplicou pães. Não pôs a correr vendilhões. Antes, chamou-os para os banquetes do poder. Deixou o burro a pastar e adquiriu um avião novinho em folha. Uniu-se aos fariseus, aos doutores da lei, aos trocadores de moeda e virou, ele mesmo, cobrador de impostos. E o seu partido, levado ao poder pela mão de tantos religiosos, passados dez anos, ataca por todos os flancos o depósito precioso dos valores e do ensino cristão.

O momento político interno que passa a viver a Igreja com o processo sucessório de Bento XVI será, também, tempo quaresmal. Tempo para exame de consciência. Tempo de revisão de vida. Enquanto chegam a Roma os cardeais para o conclave, duas forças se mobilizam buscando influenciá-los. São as forças mundanas clamando agendas mundanas e as forças inimigas empenhadas na maligna missão de prevalecer contra a Igreja. Não, não prevalecerão!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Opositora cubana é consentida, mas não come Granma

Dona Yoani Sánchez pode ter sido vítima do regime cubano no passado, com a questão da desnutrição na infância (o que explicaria as manchas em sua pele) e tudo mais. Hoje, não mais. E está mais para uma oposição consentida. Uma espécie de MDB de Cuba. Um bálsamo para o Governo dizer que não há mais perseguidos políticos por lá.

Ainda por cima, dona Yoani propaga valores (neo)liberais. Mas não a critico por trabalhar para jornais liberais. Essa mulher devia estar muito desesperada pra trabalhar pra gente de tão pouca confiança. Se ela fosse esperar emprego ou trabalho no Granma (único jornal cubano), estaria comendo Granma junto com os castristas. Nem grama nem grana.

P.S: Quem deve comer Granma mesmo é aquele povaréu que fez um escarcéu nos desembarques de dona Yoani no Brasil e nos eventos em que ela esteve na Bahia. Esses patetas deram para Yoani um pretexto ideal pra posar de coitadinha. Fizeram a mesma coisa que a imprensa brasileira faz: deram importância a quem não merecia.

Yoani Sánchez na Globo News é redundância

Resposta para Pizzaria do Poder publicada no Facebook:

Ontem mesmo eu estava vendo o Jornal das 10 da Globo News e simplesmente ignorei todas as reportagens com essa senhora cubana, e ignorei mais ainda a entrevista exclusiva concedida por ela à emissora. Tenho mais o que fazer. Preferi editar uma resenha de CD para o blogue da Kiss Rio.

Uma REDE de equívocos

Resposta para Mingau de Aço publicada no Facebook:

A REDE consegue atrair críticas tanto da esquerda lulo-dilmista (PT e PC do B incluídos) como da oposição esquerdista (PSOL e ultraesquerda), que classificam o partido como de direita. E atrai também a crítica da direita assumida (aquela que rejeita o demo-tucanato e atraiu a atenção do meu blogue e da Carta Capital), que classificam a REDE como de esquerda.

Nada disso faz a REDE ser um bom partido. Na verdade, a REDE é só mais um sintoma da PMDBização da política nacional, que gerou várias legendas que apoiam indistintamente qualquer ideologia ou governo, como o PSD e várias legendas lulo-dilmistas. Quando legendas de cima do muro assumem o poder, geralmente fazem merda. Vide o PSDB.

Se o amigo Alexandre Figueiredo e seu irmão Marcelo Pereira querem novidade, que aguardem os partidos nacionalistas, os de direita assumida ou os conservadores assumidos. O resto é mais do mesmo. Inclusive a corja de direita não assumida que quer posar de politicamente correta, de esquerdista ou de lulo-dilmista. Mas é provável que os irmãos não votem nesses partidos nacionalistas, de direita assumida ou conservadores assumidos, ou no máximo nos partidos nacionalistas. Pelo menos que apoiem o registro desses partidos que não representam mais do mesmo que já está aí registrado.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Esgotosfera progressista e mídia golpista unidas quando o assunto é a Igreja


A esgotosfera progressista (por vezes denominada PiG, Partido da Imprensa Governista) e a imprensa golpista (o PiG original) divergem quando os assuntos são governos nacionais (exceto um ou outro de um lado ou outro), mas sabem se unir quando há interesses comuns. Tanto uns com os outros adotam uma cobertura igualmente interesseira e desastrada em algumas áreas. Como a cobertura de notícias da Igreja. E agora que foi aberta a sucessão do papa Bento XVI, a cafajestagem generalizada na esgotosfera e no PiG atinge proporções de épicos bíblicos. Interesses terrenos, ignorância intencional e semeadura de discórdias são seus métodos. Como se não fossem demais os interesses terrenos, a ignorância intencional e a semeadura de discórdias por parte de alguns integrantes da Igreja, vem o pessoal de fora meter o bedelho sobre o que não tem o menor interesse em melhorar.

A ignorância é tanta que já chegaram a perguntar ao arcebispo Dom Orani João Tempesta se ele estará no próximo conclave. Logo ele que jamais foi cardeal. Não se sabe o motivo de ele estar fora do colégio de cardeais do conclave, coisa que não acontecia há décadas com os arcebispos do Rio de Janeiro. Pode ser desprestígio de Dom Orani na Cúria romana ou desprestígio da própria cidade do Rio de Janeiro, apesar da realização da Jornada Mundial da Juventude na cidade, evento da qual a própria esgotosfera progressista, a mídia golpista e os politiqueiros ufanistas do Rio de Janeiro tirarão algum proveito em benefício próprio nem que seja para atração de atenção polemista, não em benefício dos peregrinos ou da juventude.

Duvido que o comportamento dessa corja mude com a ascensão do sucessor de Bento XVI. Papas vem e vão, mas a ignorância sobre assuntos da Igreja permanece a mesma. No Brasil a coisa provoca até risadas. Como quando foi anunciado o nome do atual Papa em 19 de abril de 2005. Parte da mídia nativa traduziu o nome do Pontífice (originalmente em latim: Benedictus PP. XVI) para Benedito XVI sem que jamais tivesse havido um papa alusivo a São Benedito, enquanto que houve 15 papas Bento antes do atual, todos alusivos a São Bento de Núrsia.

Melhor parar por aqui, porque não tenho tempo para procurar as inúmeras bobagens que essa gente escreve. Não tenho o tempo que eles tem sobrando. E não será esse conclave que mudará a opinião de alguém a respeito da Igreja. Seja entre entusiastas moderados, entre entusiastas acríticos, entre discordantes moderados ou entre oposicionistas de toda ordem.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Criminalidade acaba com Carnaval em regiões do subúrbio do Rio de Janeiro

Em algumas regiões do subúrbio do Rio de Janeiro, a criminalidade conseguiu um feito: acabou com o Carnaval. Avenidas e ruas que antes eram interditadas para os desfiles dos blocos e de outros grupos de carnavalescos não foram mais interditadas nos últimos anos, e o povo da região faz retiro de Carnaval. Não um retiro religioso, mas se retira trancada em casa ou viajando para outros lugares do Estado ou do país durante o Carnaval.

Enquanto isso, o prefeito se preocupa em limitar o número de blocos na Zona Sul.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Bryan Singer promete corrigir bagunça que Fox fez na cronologia dos filmes da franquia X-Men


Resposta para Judão publicada no Facebook:

Passei o carnaval assistindo esses cinco filmes dos X-Men, inclusive o primeiro solo do Wolverine. O que tem de quebra de continuidade entre o Primeira Classe e os outros quatro filmes, putz... O Xavier fica paraplégico no fim do First Class, aparece andando no filme do Wolverine, andando num flash back do Confronto Final (vinte anos antes da trama do Confronto Final) e de cadeira de rodas em todo o restante da trilogia.

Falam que, nos quadrinhos, vivem trocando a condição física do Xavier. Uma hora com paraplegia, na outra sem, na outra com paraplegia de novo...

Se não consertarem essa bagaça, melhor ressuscitarem a Fênix e convencerem ela a destruir a Fox toda, como fez com aquele monte de soldados, capangas da Irmandade e a fábrica da Worthington Labs em Alcatraz.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Esgotosfera progressista finge não saber da real oposição que vem por aí

Resposta para Altamiro Borges publicada no Facebook:

Pros governistas, é bom mesmo que o demo-tucanato seja fraco, não tenha proposta nem rumo. E que a imprensa seja informalmente a única oposição partidária do país. Porque se os partidos de direita assumida, os partidos conservadores assumidos e os partidos nacionalistas obtiverem seus registros eleitorais, essa corja governista verá o que é oposição de verdade. Ficarão como aqueles sujeitos temerosos diante daquela figura clássica da filosofia, que pergunta "decifra-me ou devoro-te".

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Eduardo Campos fazendo oposição? Não serve


Resposta para Coturno Noturno publicada no Facebook:

PSBista fazendo oposição? Tão de brincadeira com minha cara. Oposição consentida não serve. Assim como o MDB lá no início (antes de virar oposição de fato ao regime militar) ou a dona Yoani Sánchez, que ganhou passaporte para dar um rolê fora de Cuba (deixarão voltar?).

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Yoani Sánchez: o "MDB de Cuba"

Resposta para Altamiro Borges publicada no Facebook:

O governo cubano fez uma cartada de mestre, agora. Ao conceder passaporte para a matriarca cubana do neoliberalismo dar um rolê fora do país, acabou fazendo de Yoani Sánchez uma espécie de "MDB de Cuba": uma oposição consentida. Tal como o MDB durante o regime de 1964.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Hipóteses para a sucessão papal


Com a multiplicação de nacionalidades representadas no conclave que elege os papas, o sucessor de Bento XVI poderá vir de qualquer lugar. E poderá ter qualquer foco em seu pontificado. O nome desse Papa e o foco que ele terá depende fundamentalmente das questões priorizadas pelos cardeais eleitores do conclave. Além, obviamente, do direcionamento espiritual que qualquer líder religioso deve (ou deveria) buscar.

Se os cardeais eleitores quiserem que o futuro Papa priorize questões mais tradicionais da Igreja e mesmo o diálogo com outras agremiações cristãs e com as outras crenças abraâmicas (judaísmo e islamismo), é provável que elejam um Papa europeu, e que ele seja possivelmente um Papa italiano, dada a prevalência de cardeais italianos no conclave (são cerca de 22 cardeais italianos num universo de 119).

Se os cardeais eleitores (mesmo os europeus, a esmagadora maioria) admitirem que a igreja europeia precisa de uma sacudida, talvez um Papa de fora da Europa seja a melhor pedida. Um profeta não é bem vindo em sua terra. Um Papa missionário poderá ajudar o catolicismo europeu, que anda sofrendo com uma série de questões. Alguns organismos da Igreja Católica tem uma história de eurocentrismo: aquela doutrina aplicada em várias áreas humanas segundo a qual os europeus devem ensinar ao mundo, sem que os outros lhes ensinem. Um Papa de fora da Europa reverteria o eurocentrismo: a Europa também tem o que aprender com outras partes do mundo.

Na hipótese de um Papa de fora da Europa, o mais provável é que ele venha da América Latina ou da África, de onde vem alguns cardeais eleitores influentes. A igreja latinoamericana e a africana são as que mais cresceram nos últimos séculos. Não sem problemas. Um Papa latinoamericano ou um africano poderá atacar os problemas do catolicismo nessas regiões. Há a hipótese remota de surgir um Papa americano, pois o segundo maior grupo de cardeais eleitores é de americanos (o maior é o de italianos) e a Igreja americana tem uma pujança enorme no país e tem influência no Vaticano, a despeito dos bispos e padres americanos que violaram os mais diversos votos e promessas feitas por ocasião de suas ordenações e atraíram a reprovação até dos fiéis católicos. Contra os papáveis americanos pesa a influência do próprio país de origem, influência já considerada enorme em qualquer campo a nível mundial e que poderia melindrar adversários históricos do papado, como o governo da China. Outra questão: um Papa americano representaria mais os interesses da Igreja ou os interesses da nação americana? É o mesmo tipo de dúvida que ameaçou a eleição do presidente John Kennedy, até hoje o único católico a chegar à Presidência dos Estados Unidos, país pródigo em eleger protestantes para o cargo. Por fim, apontam a possibilidade remota de surgir um Papa filipino ou canadense.

Um Papa latinoamericano seria uma cartada tão ou mais ousada que a da eleição do Papa João Paulo II. O Papa polonês foi o primeiro Papa de fora da Itália em séculos, e foi decisivo na queda do comunismo no Leste Europeu, inclusive em seu país natal. A eleição de um Papa latinoamericano deverá ter impacto semelhante. Dependendo do país natal do Papa, se repetirá o mesmo que aconteceu na Polônia, cujos governantes locais viram seus esquemas de poder caírem com o passar do tempo, muito por influência do Papa conterrâneo. Aliás, a América Latina possuiu e possui, como outras regiões do mundo, vários governantes que não largam o cargo mesmo com incapacidade física para exercerem o cargo. O oposto do que Bento XVI prometeu fazer no próximo dia 28.

Tudo isso são apenas hipóteses para a sucessão papal. Hipóteses que levam em conta aspectos espirituais, aspectos de gestão e aspectos geopolíticos. O Papa é líder de um credo com mais de 1,1 bilhão de seguidores declarados (alguns só declarados, sem o serem de fato ou sem praticarem) e é também chefe de um minúsculo Estado independente que lhe serve basicamente para formular pronunciamentos, documentos, normas eclesiásticas e leis canônicas sem prestar contas a nenhuma autoridade secular. Um Papa só pode ser grande se não ignorar os aspectos espirituais, nem os de gestão nem os geopolíticos.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

JMJ: 2013 repetirá 2005?

A JMJ 2005 foi feita na Alemanha. Poucos meses antes, elegeram um Papa alemão. E se a mesma coisa acontecer agora em 2013?

É uma hipótese bastante real.

Anúncios sem áudio no Telecine


Os canais Telecine ganham uma baba de dinheiro de assinantes (geralmente os canais são vendidos apenas a la carte ou em pacotes avançados de TV paga) e ainda podem colocar 5 minutos de anúncios publicitários por hora. Não há justificativa plausível para algumas falhas bobas que esses canais cometem. No último sábado antes de 22h (hora do lançamento de A Dama de Ferro) o canal Telecine Premium veiculou dois anúncios sem áudio. Um de um carro da Mitsubishi e outro da TIM. Ambas empresas grandes que investem pesado em publicidade.

Aqui temos uma questão que não é apenas comercial, mas é também de justiça. Os anunciantes tem direito de reclamar quando seus anúncios não são veiculados de maneira completa. Sábado o Telecine jogou dinheiro fora, porque essas veiculações publicitárias passam por auditoria e o valor de inserções anormais é reembolsado, segundo informações vindas de lá.

O pessoal do Telecine, da Mitsubishi e da Tim ainda deu sorte de as veiculações anormais terem ido ao ar sábado à noite. Devia ter menos gente assistindo o Telecine Premium. Carnaval...

sábado, 9 de fevereiro de 2013

'A Dama de Ferro' estreará hoje na TV paga

Atualmente, os filmes demoram cerca de um ano para estrearem na TV paga. Um ano depois da estreia nos cinemas. No meio do caminho, há o lançamento em DVD e Blu-ray, o lançamento nos sistemas de TV sob demanda e PPV e nos portais licenciados na Internet. De modo que somente hoje às 22h haverá a estreia no canal Telecine Premium do filme A Dama de Ferro, o filme estreado pela tricampeã do Oscar Meryl Streep que conta a trama da matriarca do neoliberalismo mundial, dos seus dias de vendedora de verduras até os dias atuais de isolamento, passando pelos 11 anos à frente do Governo britânico como primeira-ministra.

Já escrevi uma resenha para o filme. Quem quiser conferir, confira aqui.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Inflação de janeiro foi de 0,86%. E ainda falam de urubologia!

Chega a ser engraçado acompanhar a blogosfera governista reclamando dos comentaristas de economia e dos de política que fazem previsões ou constatações pessimistas sobre coisas a acontecerem ou que aconteceram no cenário nacional. O mais engraçado é que parte dessa blogosfera partilha conosco das previsões a respeito do rombo da Copa e da Olim Piada.

Só que agora surge a notícia de que a inflação medida pelo IBGE (não pelos urubólogos) chegou a 0,86%. A maior desde abril de 2005 e a maior para meses de janeiro desde 2003. Não chega a padrões sarneyzistas ou colloridos, mas é algo com que se deva preocupar. Ainda mais que Sarney e Collor estão na base do atual Governo. Os homens tem larga experiência em desastres inflacionários e entendem do assunto.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Esquerda faz a festa enquanto oposição programática não cria representação partidária

Resposta para Escrevinhador e Altamiro Borges no Facebook (aqui e aqui):

O objetivo do Foro de São Paulo sempre foi esse mesmo: "recuperar na América Latina o que perdemos com a queda do Muro de Berlim". Enfim, fundar a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).

Os malefícios desse processo todo só serão notados quando tivermos até governos ditos "de direita" fazendo o programa da esquerda. Até agora o que vimos são governos de esquerda fazendo o programa da direita, tornando desnecessária a volta dos partidos fisiológicos de direita ao poder, que preferem ser coadjuvantes, por exemplo, do governo petista. Enquanto isso, a direita programática permanece sem representação partidária. No Brasil, a representação morreu com Ulysses Guimarães.

Mais respostas publicadas no Facebook:

Marcos Vinicius Mesquita

"O objetivo do Foro de São Paulo sempre foi esse mesmo: 'recuperar na América Latina o que perdemos com a queda do Muro de Berlim'. Enfim, fundar a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina)."

Sinto até convulsões ao ler isso...

Nem fui eu que constatei isso. Aprendi com o blogue Anti Foro de São Paulo.

Marcos Vinicius Mesquita

Eu lia esse blog...

O blogue está inativo. Sua última postagem é de 5 de agosto de 2012.

Marcos Vinicius Mesquita

Eu lia muito quando trampava de madrugada foi bem nessa época que sai do horário. As vezes eu achava que era exagero deles, que ninguém iria ser louco de refundar algo como a antiga URSS

Espero que o amigo Marcos Vinicius Mesquita tenha entendido meu texto. Eu gosto de debater política com todos. Até com a corja simpática a esses caras do Foro. Só que às vezes os pangarés não me entendem. Ontem mesmo uma estrelinha global sequer entendeu uma pergunta que fiz via Twitter. Tive que desenhar pra ele.

Marcos Vinicius Mesquita

uahuhaahuauh

Stenio Guilherme Vernasque

Amigo Marcelo.
O blog está jogado às traças.
Cansei de atualizar.

Querem ver a besta global desentendendo minha pergunta e respondendo com asneira?

http://twitter.com/mjdelfino/status/297399521846124544
http://mjdelfino.blogspot.com/2013/02/conversa-com-o-ator-jose-de-abreu-via.html

Stenio Guilherme Vernasque

Putz...
que lixo esse J. Abreu.
Onde vai zerar a miséria mesmo?

"O mal original é o mito da revolução. afirmo que ele justifica tudo, até os mensaleiros brasileiros. Alguns jornalistas têm coragem de romper o silêncio para lembrar o óbvio: O Foro de São Paulo é a organização que junta as FARC, Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e (ó surpresa) o PT. As esquerdas querem criar o seu clubinho? Tudo bem! Quando se admitem terroristas e traficantes como membros, então é associação para o crime."

Ô Stenio Guilherme Vernasque, essa corja não quer zerar a miséria coisa alguma. Quer sempre manter alguém dependente de ajuda, para a cada eleição dizerem que suas tarefas não estão concluídas e pedirem mais um mandato. Sem aquele revezamento de poder que citei na conversa com a estrela global.

Stenio Guilherme Vernasque

Amigo....
Já estou preparado pra décadas de PT.
Enquanto o brasileiro não se despir de sentimentos, como a inveja, o ódio à prosperidade, teremos socialistas no poder.

Os piores são os que dizem que o governo do PT não é de esquerda nem socialista. São como os pais que não assumem a paternidade.

Stenio Guilherme Vernasque

Tem gente que acha que o PSDBosta é de direita......
São todos comunas fascistas. Neoliberais são socialistas envergonhados,
E o PMDB? Esse gosta de quem reparte o poder com eles.
Hoje em dia não existe mais essa de "direita" versus "esquerda".
Hj em dia é "nós" versus o "estado".
Por isso me tornei quase um anarquista.
O Brasil não tem partido de direita, nem de esquerda. Tem um monte de salafrários que se reúnem para roubar juntos.

Essa corja fez chilique outro dia na Carta Capital por causa dos partidos de direita assumida que estão se organizando para obter registro. A corja tá é com o rabo entre as pernas. Sabem que não podem ataca-los como atacam a corja da coalizão demo-tucana. Quando finalmente esses partidos de direita assumida aparecerem com abaixo-assinados de apoiamento de registro no TSE, assinarei de todos. A população brasileira não tem opção política. Mas um dia terá.

Stenio Guilherme Vernasque

Eu li isso. Sinal que já incomodamos um pouco.

Eu ainda prefiro os nacionalistas e os conservadores, desde que não extremistas. Mas esses também metem medo na corja de esquerda, como está dito nas entrelinhas da Carta Capital.

José De Araújo Madeiro

Amigos Stenio e Marcelo: a esquerda, sob controle da família Castro, é calculista e segue a Cartilha Gramscista na Íntegra, vai pacientemente avançando e ocupando espaços. No Brasil, não temos oposição e o Lula vai tendo êxito. O empresariado brasileiro não tem visão de longo prazo e está alinhado ao poder. A Classe Média está se ferrando e logo em breve estará fazendo parte da classe pobre. Virá o Capitalismo de Estado, como na China. Há, porém, outros detalhes: O Raul Castro está nos 80 anos e quem será o seu substituto em Cuba? Tem filhos.? Um general? E os outros generais? N a questão brasileira: O PT está nas mãos do PMDB; o PT é do Lula e não da Dilma. Lula é o candidato, mas dependerá do PMDB. O Mar é tormentoso para eles. No Brasil, precisamos queimar o Lula e vamos centrando fogo nele, através da Imprensa, do Mensalão e desmoralizando mais o Congresso Nacional, no Renan Calheiros, de quem o Lula muito dependerá. Abs, Madeiro.

José De Araújo Madeiro conta com essa imprensa comprada com anúncios e patrocínios de ministérios e de estatais? Está perdendo seu tempo.

E essa história de queimar Lula é inútil quando não se apresenta alternativas. É melhor fazer como os movimentos oposicionistas programáticos e alternativos que se organizam agora. Ataques sem alternativas é o modus operanti do demo-tucanato.


Enfim, não dá para concordar 100% com ninguém com quem debato. Mas dá para aproveitar algumas ideias. Sempre com discernimento e sabedoria. O Madeiro tem umas ideias malucas que eu, francamente... Tem gente que é melhor deixar só como debatedor.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Conversa com o ator José de Abreu via Twitter

Fonte: Twitter.

Gostaria de saber o que pensa: eleições de Lula e Dilma significam o Fim da Historia?

José de Abreu

da velha historia de o povo se ferrar… da Nova Historia do povo no poder.

Marcelo Delfino

Eu me referi à aquela História de os eleitores de Lula e Dilma não acharem mais necessária aquele extinto revezamento de poder

José de Abreu

Claro que não, vai ter assim que zerar a miséria!



Se esperarmos esses caras zerarem a miséria (coisa que não farão, pois preferem manter a população dependente DELES), eles nunca mais sairão do poder.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Rede Record não é moderada


Resposta para Mingau de Aço publicada no Facebook:

Amigo Alexandre Figueiredo, não confunda moderação com mistureba. Antes eu concordava 100% com esse texto aí. Mas hoje achei algo que eu não escreveria nem de brincadeira. Se o MDB era, de fato, um partido moderado da época do regime militar, não há de se dizer que a Rede Record é "uma espécie de MDB televisivo". A Record pode ser, sim, uma mistureba, tal como foi o MDB. Mas não classifique jamais uma emissora como a Record como moderada. É uma emissora capaz de destratar na cara dura no seu noticiário (nem falo só dos programas confessionais) qualquer credo que seja visto como concorrente do credo do patrão da emissora. Eu não chamo esse tipo de programação de moderada.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Para Arnaldo Jabor, Gurizada Fandangueira é banda de rock


Nisso que dá Arnaldo Jabor ter um quadro na CBN pra falar, entre outras coisas, de coisas que desconhece. O negócio é sair falando desembestadamente, mesmo que as coisas ditas sejam as maiores asneiras, os maiores erros ou os maiores absurdos.

Arnaldo Jabor entende tanto de rock quanto eu entendo de astrofísica quântica. Pelo menos o Jabor disse na terça-feira passada que a tal grupelho de tchê music Gurizada Fandangueira solta fogos de artifício para ocultar a sua mediocridade. Nisso ele tem razão.

Coluna de Arnaldo Jabor de 29 de janeiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Mais discordantes na grande mídia

Resposta para Mingau de Aço e Blog da Cidadania publicada no Facebook (aqui e aqui):

Se for pesquisar mais nomes, ficarei aqui até amanhã. Coloquem mais dois nomes na lista de divergentes internos na grande mídia: Ancelmo Gois (TV Brasil e O Globo) e Kenneth Alencar (CBN e Rede TV!). Tanto a estes quanto aos demais, é o caso de se questionar até onde vai a divergência interna autêntica e onde começa a divergência interna consentida.