Política, cultura e generalidades

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada


Há alguns meses foi reaberto o tradicional cinema Imperator, agora um centro cultural da Prefeitura com três salas de cinema, teatro, espaço para exposições e terraço ao ar livre no alto do prédio onde ficava o antigo telhado. Só conheci o novo Imperator na última terça-feira, ao escolher o local para ver o novo filme O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Vi na sala 1, com direito a imagem 3D. E som original e legendas na tela, porque rejeito filme dublado com todas as minhas forças, sempre que possível. Deixei de ver outros filmes perto de casa e fui pra Botafogo e pra Barra da Tijuca só pra ver aqueles outros filmes com som original e legendas.

Sobre este filme em questão, trata-se do primeiro dos três filmes que o diretor Peter Jackson lançará baseados no livro O Hobbit de J. R. R. Tolkien. Jackson está fatiando (© 2012 - Joaquim Barbosa) o livro em três partes, ou seja, em três filmes. Para delírio do enorme fã-clube de Tolkien espalhado em dezenas de países. E, a julgar por esse primeiro filme da trilogia O Hobbit, o fatiamento está saindo bem feito e consistente.

Acredito que estão exagerando um pouco com alguns elogios a esse primeiro filme da trilogia. Já houve gente dizendo que o filme é melhor do que os da trilogia O Senhor dos Anéis, outra trilogia de Jackson, esta baseada nos três livros da trilogia homônima de Tolkien. Mas também não é um filme inferior. É um filme sensacional com outra abordagem. Enquanto aqueles filmes da saga O Senhor dos Anéis tinham uma abordagem mais clássica, este de O Hobbit tende mais para o atual cinema arrasa-quarteirão, com humor e as acachapantes cenas de ação, que se agravam a cada avanço do protagonista Bilbo Baggins e de seus amigos anões na jornada empreendida por eles. O filme, no entanto, mantêm algo da aura classicona dos da outra trilogia de Jackson, sem se tornar um filme arrasa-quarteirão fútil como tantos que tem por aí. Não entregarei nada da história deste texto. O que apenas faço questão de anotar (e isso não é revelação da história em si) é que fica a impressão de que o protagonista Bilbo Baggins era, de fato, o mais ativo herói hobbit de ação da franquia O Hobbit-O Senhor dos Anéis de Tolkien. Embora o maior herói da franquia seja seu sobrinho Frodo, que mesmo sendo mais contido, foi o único com desprendimento suficiente para levar o lendário Um Anel para ser destruído na mesma montanha vulcânica em Mordor onde o vilão Sauron o havia forjado. Mas essa história da destruição do Um Anel começa apenas na trilogia O Senhor dos Anéis.

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