Política, cultura e generalidades

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sobre o ceticismo saudável de Carlos Heitor Cony

Resposta para Com Texto Livre:

Quase não leio textos próprios no seu blogue, Zé Carlos. Mas creio que você concorda com os textos que você reproduz. Se não concorda, avisa antes, como fez com aquele texto do Merval sobre o livro A Privataria Tucana.

Não acompanho a obra de Ferreira Gullar, para saber se o que ele escreve hoje é melhor ou pior do que escreveu no passado. Eu até acredito que seja pior, pelos relatos de quem ainda o lê. Tomara que os críticos não estejam fazendo meras patrulhas ideológicas, como as que os direitistas e liberais fazem com Chico Buarque, que continua sendo um grande artista. Se fazem patrulha ideológica, que fiquem quietinhos quando alguém esculhamba Chico, taxando-lhe de petralha pra baixo. Eu mesmo não rejeito amizades ou artistas preferidos por conta das opções que fazem. Sou fã de Herbert Vianna (já disse isso duas vezes a ele mesmo, a última vez foi no ano passado). Sou amigo dos irmãos Figueiredo Pereira (Alexandre e Marcelo), de Niterói. Só romperia com eles se de fato me fizessem um grande mal ou uma grande sacanagem.

Quanto ao Cony, ele de fato exerce um ceticismo do bem, semelhante ao que costumo fazer. Não passa a mão na cabeça de ninguém, muito menos do mundo político. Vez ou outra o ouço na CBN. É dos poucos colaboradores daquela rádio que diz algo que preste, sem mesquinharias.

Zé Carlos disse...


Pois é Marcelo, é raro postar um artigo meu: primeiro, porque sempre encontro um texto que já expressa o que penso; segundo, porque economizo tempo!
Quanto ao Gullar, é o que diz o Juremir Machado: é um Neymar improvisado de lateral.
E, em relação ao Cony, não concordo com Juremir. Já li crônicas reacionárias dele e deixei de acompanhá-lo. Talvez tenha melhorado. Não sei.


terça-feira, 3 de janeiro de 2012 13h28min00s BRST

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