Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os porquinhos da mídia nacional

Resposta para Com Texto Livre:

Sempre gosto desses textos esculhambando a mídia nacional. Venham de quem vier. Estou passando adiante.

Só me incomoda alguns desses textos (do Vermelho e de outras fontes) jamais colocarem um grande grupo no balaio, junto com os demais: o grupo Record-IURD. Será por ser um grupo lulo-dilmista? São sempre os mesmos grupos: Globo, RBS, Uol, Abril, Folha, Estadão, Band, etc. Grupos, aliás, sempre mamando nas tetas do Estado, simulando um oposicionismo de conveniência, que não inclui o departamento comercial desses grupos, pois nunca recusam um anunciozinho de ministério, de secretaria ou de estatal. A imagem dos porquinhos mamando nas tetas é sensacional. Quem vê um grupo, vê todos.

Zé Carlos disse...


A Record tem feito um jornalismo mais isento ultimamente - em comparação aos outros do PIG. Já vi bater tanto no governo quanto na oposição.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 11h17min00s BRST

Mesmo sem fazer um jornalismo imparcial (Isso não existe! Todo mundo é parcial às vezes, mesmo se for parcial a favor de si mesmo), acredito que o grupo Record esteja fazendo um jornalismo mais equilibrado que a concorrência. Só que não é muito, não. Eu acompanho, principalmente a Record News. Os caras usam as mesmas agências de notícias aliadas do Governo americano e do sionismo para deles reproduzir notícias do exterior. Já esqueci a última vez que usaram também outras fontes, tipo uma Telesur da vida...

O equilíbrio no jornalismo da Record fica restrito às notícias nacionais. E olha que dá pra ser equilibrado mesmo tomando partido. Senão não mostrariam notícias desfavoráveis ao Governo Federal. Basta não editorializarem a pauta e as reportagens.

Apesar destas observações favoráveis ao jornalismo da Record, continuo sentindo falta do porquinho deles junto com os outros.

Zé Carlos disse...


Esse é o problema do jornalismo internacional.
Por questão de economia, a imprensa não possui mais correspondentes internacionais como nos anos de 1960/70 e até 80.
Contam com os serviços das agências.
Quanto a Record junto ao porquinho, faz falta mesmo.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 12h02min00s BRST

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