Política, cultura e generalidades

sábado, 25 de junho de 2011

Cédulas manchadas de rosa chegam ao Rio de Janeiro

O sistema bancário nacional não conseguiu segurar em São Paulo e na Bahia as cédulas manchadas de rosa em inúmeras explosões de caixas eletrônicos causadas por ladrões que as otoridades da insegurança pública não detém. Ontem mesmo, recebi uma dessas notas na Agência Abolição (Rio de Janeiro) do Banco do Brasil. Era uma cédula de R$ 10, num saque no valor de R$ 30, com outras duas cédulas de R$ 10 sem problemas.

Eu já sabia que o Banco Central tinha emitido uma nova norma técnica, mandando os bancos trocarem imediatamente as cédulas fornecidas por caixas eletrônicos durante o expediente bancário, ou no expediente seguinte, se o saque tiver sido feito fora do expediente bancário. Meu saque foi feito durante o expediente. Por isso, tratei de entrar na fila do caixa para trocar a cédula manchada. Nem tanto pelo valor, mas para que o banco aprenda a não colocar nos caixas eletrônicos notas provenientes de roubo.

Trocar a nota os funcionários do Banco do Brasil trocaram. Fizeram corretamente. Mas não antes de a caixa do banco e um dos superiores passarem mais de uma hora lendo a norma técnica do Banco Central e a papelada do BB a respeito do assunto. Só depois desta mais de uma hora é que eles retiveram a cédula manchada e me deram outra sem problemas, junto com um comunicado informando que a cédula manchada seria enviada para análise técnica do Banco Central.

Se não tivessem trocado a nota, eu colocaria os dois bancos (o Central e o do Brasil) e as otoridades de insegurança aqui no moedor de carne do blogue. Não tenho culpa se as otoridades da insegurança pública e os bancos não tomam conta do dinheiro que circula nos bancos.

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