Política, cultura e generalidades

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ostracismo para boçais e fanáticos

Até hoje a comunidade Rio de Janeiro - RJ debate em cima da polêmica envolvendo o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) e os diversos grupos GLBTT e aliados.

Eu sei é que os aliados e os adversários de Jair Bolsonaro estão criando um monstro, fazendo ele aparecer cada vez mais. Anotem aí: em 2014, Jair Bolsonaro será reeleito com 500 mil votos. Isso porque seu domicílio eleitoral é o estado do Rio de Janeiro. Se fosse em São Paulo, seria eleito com números da casa do milhão de votos, como foram Enéas e Tiririca.

Jair Bolsonaro não está sozinho. Representa uma legião de eleitores que pensam como ele.

Uma vez, John Lennon disse que os Beatles tinham ficado maiores que Jesus (bigger than Jesus). Meio deboche e meio verdade: tinha muita gente que realmente amava os Beatles e era indiferente a Jesus. Só que milhões de crentes, ao invés de ignorarem o deboche de Lennon, preferiram queimar discos e fotos dos Beatles em praça pública. Um fã ou ex-fã dos Beatles foi mais fanático ainda: assassinou John Lennon dez anos depois do fim da banda.

De lá para cá as igrejas evangélicas deixaram de ficar restritas ao circuito Europa-EUA-Canadá e ganharam o mundo. Brasil que o diga. E os Beatles continuaram sendo a maior banda de todos os tempos. Mesmo 41 anos depois do fim da banda e da morte de dois dos quatro Beatles.

O mundo seria melhor se as pessoas não levassem a sério as asneiras ditas pelos outros. Já os boçais e fanáticos tem que ser deixados sozinhos no ostracismo e na insignificância.

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