Política, cultura e generalidades

segunda-feira, 28 de março de 2011

Petistas falam de reforma (ou deforma) política e blog lê nas entrelinhas

Não transcreverei aqui a matéria de ontem do Estadão sobre um seminário ocorrido semana passada no PT de São Paulo. Só descreverei aqui o que li nas entrelinhas do texto.

"Eles querem acabar com a reeleição porque esse é o momento do nosso ciclo histórico. Vamos deixar de ser ingênuos. Nós é que temos iniciativa, hegemonia, ofensiva para poder nos reeleger". (José Dirceu)

Nisso Zé Dirceu está certo. Este é o ciclo histórico do PT. O partido é hegemônico. O ciclo do demo-tucanato é passado. O ciclo futuro não será neoliberal, demo, tucano, petista e sequer esquerdista. Eu quero estar nele.

Zé Dirceu também tem razão em dizer que o PT tem iniciativa e ofensiva. É só isso que o PT sabe fazer: ofender a nacionalidade brasileira com suas bandalheiras, suas traições (afinal, é o PT: o Partido dos Traidores) e suas meio-verdades.

E é evidente que o partido quer se reeleger eternamente. Seja com Dilma, com Lula ou o traíra jovem que vier depois. Está para surgir o partido brasileiro que aceite numa boa sair do Governo. Não ficando ad eternum no poder, como fez o PRI do México.

Nunca fiquei de birra com o PT. Eles é que costumam ter birra com quem pensa diferente. Mas tem algumas teses do partido que aprovo: fortalecimento dos partidos, desde que sejam programáticos (um dia farei parte de um que superará o PT e que eles não poderão chamar de vendilhão da Pátria, como fazem com o PSDB e o DEM), voto em lista só depois que tivermos apenas partidos programáticos e fim das coligações em eleições proporcionais.

Agora, se este país fosse uma democracia de verdade, não haveria voto obrigatório. Aí bato de frente com esses petralhas.

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