Política, cultura e generalidades

terça-feira, 15 de março de 2011

De saco cheio da discussão da possível compra da Rede Transamérica pela Record-IURD

Resposta para a comunidade Dial AM e FM do Rio de Janeiro:

Sabem por que não quero mais me meter neste assunto?

Porque o único motivo para eu estar na Comunidade é que quero debater programas de rádio, novos programas, novas linguagens, a preservação da boa tradição daquilo que presta dos tempos áureos do rádio, seja AM ou FM...

O atual rádio brasileiro (nem falo só do dial carioca) virou um palco de horrores para ver quem é que tem mais poder midiático, político ou corporativo. Não que não houvesse esse tipo de disputa outrora. A diferença é que agora não se discute programas de rádio, novas linguagens, a preservação da tradição, etc.

SGR, Governo Federal, governos estaduais (incluindo o Cabral Filho), Band, Record-IURD, IPDA, IMPD, IIGD, Renascer, ICAR, LBV, Associados, Estadão, JP, EmoMix, Grupo Dial, Transamérica, Oi FM e demais rádios customizadas, deputados, senadores, barões do fânqui, etc. Todos ávidos pra ver quem pode comprar ou arrendar mais emissoras. E olha que os grupos estrangeiros estão POR ENQUANTO proibidos de comprarem pessoalmente emissoras. Senão a Disney jogaria o Estadão e o PHC (primeiro-filho na Era FHC) pro quinto dos infernos e compraria ela mesma suas emissoras para a ESPN e a franquia Disney FM.

Devo reconhecer que a única esperança do dial carioca só nasceu porque uma alma caridosa e ousada foi autorizada por Paulo Abreu pra pegar uma das FMs de seu balaio e a transformou numa rádio rock com sotaque clássico (nem falo mais em rádio classic rock) que fatura horrores. Senão a Kiss FM já teria entrado na dança, também.

E mesmo assim, o governo da Dilmona e seus asseclas do Ibama e do Chico Mendes pegam no pé da rádio que, bem ou mal, ainda pertence a um ex-tucano. Esses petistas não perdoam. Mas toda vingança é válida. Demo-tucanos e golpistas em geral também não perdoam!

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