Política, cultura e generalidades

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Traficantes suspeitos de controlar ferros-velhos

O maior ferro-velho de verdade é esse Governo do Estado. A bandidagem está driblando o Governo direto.

Tem nada não. Até 2014 esses marginais terão que atravessar a fronteira estadual, pois vai ter UPP no estado inteiro. Aí eles terão que tocar o terror lá na terra do Aécio e na Tucanolândia, governada pelos tucanos desde os tempos de Franco Montoro.

Mas aí nenhum habitante do Estado do Rio de Janeiro ficará sabendo, porque a Rede Bobo protege o PSDB. Talvez os fluminenses saibam de alguma coisa da Tucanolândia só no lugar de sempre: o programa policial do Datena na Band.

Fonte: O Dia.

Bandidos de favelas com UPPs estariam à frente de estabelecimentos clandestinos


POR FRANCISCO EDSON ALVES


Rio - Acuados com a expansão das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na capital, traficantes estão migrando para outros tipos de crimes, como o controle de ferros-velhos clandestinos. Investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) apontam que bandidos de morros ocupados pela Polícia Militar estariam assumindo o controle de pontos de vendas de peças de carros roubados na Baixada Fluminense e na Região Metropolitana.


Agentes da DRFA encontraram indícios da influência de pessoas ligadas ao tráfico na organização e venda de materiais, ao fecharem, quinta-feira, um grande depósito ilegal, às margens da Via Dutra, em Nova Iguaçu, na Baixada.


“Encontramos mais de 10 mil peças novas, escondidas sob lixo, folhas secas, plásticos e lonas. A forma com que estavam dispostas, demonstrando organização, com todo tipo de identificação retirado, nos faz crer que há novas cabeças nesse tipo de negócio. A maioria dos ferros-velhos tradicionais não tem a mínima estrutura organizacional”, descreve o titular da DRFA, Márcio Mendonça.


Nos fundos do terreno, localizado na altura do número 16.000 da Avenida Brasil, sentido Centro, havia até uma saída de emergência, usada para fugas. Há informações de que traficantes dos complexos da Penha e Alemão estariam à frente do negócio.


Segundo Mendonça, o espaço de 2 mil metros quadrados funcionava como uma espécie de distribuidor para outros ferros-velhos menores. No local, dois suspeitos foram presos, mas a polícia acredita que ambos não tenham importância no esquema. A quantidade de peças apreendidas — que lotaram mais de 10 caminhões — impressionou os policiais da especializada.


“Dava para montar carros de diversas marcas, como Hyundai Tucson, Idea, Voyage, Capvita, Sienna, Meriva, Fiat Tipo, entre outros”, comentou o agente Raimundo Carvalho Chirame. No local, havia centenas de portas, parachoques, painéis, vidros elétricos, amortecedores, pneus, hidrovácuos, retrovisores, suspensões e outros tipos de peças e acessórios, chamadas de “filés” pelos ladrões de carros, por serem consideradas caras. “Todas novas. Debaixo do lixo, encontramos ‘ouro’”, completou Chirame.

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