Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Marta repreende Sarney e leva resposta da velha raposa da base de todos os governos

Podem reparar. Feministas só chamam a Dilmona de presidenta. Os funcionários do Governo e das estatais (EBC incluída) também, por ordens da Dilmona.

Oposicionistas e independentes mandam todos se danarem e chamam dona Dilmona de presidente, mesmo. Sabemos que a norma culta da língua portuguesa permite as duas formas: presidenta para mulheres e presidente para os dois gêneros.

Marta poderia ter passado sem essa. Tentou repreender a velha raposa amapo-maranhense colega da bancada governista e levou um sabão. Que humilhação!

Fonte: Congresso em Foco.

08/02/2011 - 23h01


Marta repreende Sarney quanto a uso de ‘presidenta’


Fábio Góis


Alçada à condição de 1ª vice-presidente, ou melhor, 1ª vice-presidenta do Senado, a senadora petista Marta Suplicy (SP) voltou a dar sinais de rigidez no exercício do mandato. Durante a sessão deliberativa desta terça-feira (8), Marta reclamou do tratamento dado pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), à presidenta da República, Dilma Rousseff, no que se refere às preferências gramaticais da mandatária-mor.


Na presidência da sessão, Sarney já havia pronunciado várias vezes a combinação “presidente Dilma” – seja lá qual for a razão, a ex-ministra-chefe da Casa Civil no governo Lula prefere o termo “presidenta”. De acordo com as regras gramaticais, ambas as formas estão corretas.


Depois da enésima vez em que Sarney usou a palavra “presidente” – substantivo comum de dois gêneros –, Marta pediu a palavra e apregoou ao microfone. “Pela ordem, senhor presidente. Senhora presidenta da República”, interveio Marta, acentuando a terminação feminina. A senadora tem a prioridade de substituir Sarney na presidência do Senado, em determinadas situações previstas no regimento. Como a mera ausência do titular em sessões com quorum mínimo, por exemplo.


Calejado em sua quarta gestão à frente do Senado, Sarney demonstrou certo constrangimento com a reprimenda da colega de base governista. Mas, na condição de poliglota e membro da Academia Brasileira de Letras, lembrou que todos os dicionários do país e o próprio colegiado admitem as duas formas. E ainda recorreu à intimidade com outros idiomas para responder à intervenção de Marta. “Muito obrigado a vossa excelência. Mas eu sempre estou usando a fórmula francesa: madame le président”, reagiu o cacique peemedebista.


Última palavra


Na semana passada, Marta já havia demonstrado pulso firme na condução de sua primeira sessão plenária, uma das primeiras do ano. Ao ser convidada por Sarney para ocupar a principal cadeira da Mesa Diretora, a petista abreviou o discurso do ex-marido, Eduardo Suplicy (PT-SP), ao informá-lo que o tempo de fala havia terminado – na ocasião, já o havia lembrado das restrições de tempo por três vezes.


“Último minuto, senador, porque [o tempo] já foi prorrogado várias vezes. Agora, vamos para mais um minuto e encerramos”, proferiu Marta, em ordem obedecida pelo ex-cônjuge. Marta foi em frente. “Acabou o tempo. A palavra está com o senador Inácio Arruda [CE], pela liderança do PCdoB.” O costume, nas ocasiões em que não haja proposições pautadas para votação, é de flexibilização do tempo reservado aos senadores na tribuna.


joprado (09/02/2011 - 18h38)


essa baranga não tem mais o que dizer não? Quer assassinar o português e corrigir Sarney? para puxar o saco da governanta? Porqwue ela não aproveitou e cobrou do Sarney a reposição da moralidade? Ai a coragem acaba né perua!


Ademar (09/02/2011 - 14h04)


Essa Marta é mesmo muito arrogante, prepotente e pensa que tem o rei na barriga. Quando assume um cargo com alguma importancia então, nem Cristo aguenta essa louca. Já o seu ex, o Eduardo Suplicy é o campeão da chatisse. Só abre a boca para falar besteiras. É um verdadeiro inútil. Anda com uma alça de caixão no bolso e comparece ao enterro de todos os famosos, usando a alça solta para ajudar a carregar o caixão e aparecer para a imprensa. OS DOIS JUNTOS NÃO DÃO UM QUE PRESTE.


Jr (09/02/2011 - 11h01)


A Marta Suplicy perdeu um momento impar de ficar calada, além de demonstrar total ignorância da linguagem culta; tanto assim, que, acabou sendo catracada pelo Sarney. Em relação a rigidez com casou a palavra do Suplicy no Senado não é lá novidades, pois é notório de todos que quando casados e até hoje, quem manda nele é ela. A Marta Suplicy, com o perdão da palavra, deveria fazer o que ela mais gosta: "Relaxar e gosar!"



Se bem que o Congresso em Foco tem cada comentarista... Falam da ignorância da Marta em português e cometem ataques ao idioma que envergonhariam os grandes mestres da ABL.

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