Política, cultura e generalidades

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A banheira do fânqui

Foi Roberto Carlos quem deu a partida nessa onda de cruzeiros marítimos musicais. A partir daí, um monte de gente começou a tirar sua casquinha. Inclusive cantores gospel e padres cantores.

Agora, já tem barão do fânqui de olho no filão. Não demora muito, chegará a vez do pessoal das aparelhagens "sem mídia".

Fonte: Ancelmo Gois, coluna de 16 de janeiro de 2011.

Cruzeiro do Funk


Veja como cruzeiros de navio estão ficando cada vez mais populares por aqui.

Rômulo Costa, o empresário do funk carioca, acerta para dezembro o Cruzeiro do Funk, para 3 mil passageiros. Como o de Roberto Carlos, vai percorrer os litorais fluminense e santista.

4 comentários:

  1. "Marcelo, agora prá fazer cruzeiro com a familia a gente tem que perguntar o que que vai rolar no navio."

    Mais ou menos como aquela música daquela dupla Sandy & Júnior (também Música de Cabresto Brasileira, como o fânqui): "O quê que você foi fazer no mato, Maria Chiquinha?".

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  2. Se tem cruzeiro universiotário, vale novamente a pergunta da música que os filhotes do Xororó cantavam: "O quê que você foi fazer no mato, Maria Chiquinha?".

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  3. Ué, mas estou citando a musiquinha dos filhos do Xororó no intuito de sacanear o povo da Música de Cabresto Brasileira. Não é para te sacanear, Edilson. Não há o que desculpar. Você apenas relatou a existência dos cruzeiros universitários. Um fato, apenas.

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