Política, cultura e generalidades

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vergonha Internacional

Eu estava trabalhando na hora do jogo. Não dava nem pra ouvir pelo rádio. Se bem que duvido que alguma rádio carioca tenha transmitido.

O Internacional é mesmo o campeão de tudo. Agora é o primeiro e único time sulamericano campeão da Libertadores a NÃO ir para a final do Mundial.

Esse foi um vexame colorado e Internacional. Literalmente.

Fonte: globoesporte.com.


14/12/2010 15h53 - Atualizado em 14/12/2010 16h13


Mil e um pesadelos: Inter é eliminado do Mundial de Clubes


Colorado joga mal, leva 2 a 0 do Mazembe e agora encara melancolia da disputa do terceiro lugar


Por Alexandre Alliatti
Direto de Abu Dhabi, Emirados Árabes


Nem mil e um pesadelos, na terra das mil e uma noites, poderiam prever uma tragédia assim. Acabou. Triste assim, frio assim, duro assim: acabou. Acabou cedo, na precocidade do primeiro jogo, no fiasco da estreia. Acabou quando deveria ter começado. O time gaúcho sangra o vermelho de sua camisa diante de uma eliminação histórica, diante da certeza de que nenhuma lenda árabe poderá recriar. O Inter não será bicampeão do mundo em 2010. O Mazembe, com vitória de 2 a 0 nesta quarta-feira, no estádio Mohammed bin Zayed, em Abu Dhabi, garantiu classificação para a final do Mundial de Clubes da Fifa.


A tragédia está mais nas arquibancadas do que no campo. Milhares de colorados cruzaram o mundo para ver o Inter campeão nos Emirados Árabes. Acabaram agredidos por um dos maiores desastres dos mais de 100 anos de vida do clube gaúcho. No dia em que a torcida fez história, o time pagou mico. Nem mil e um pesadelos poderiam prever.


- Quando a gente teve oportunidade de fazer o gol, infelimente, não cosenguimos. E eles marcaram em um belo chute na primeira chance. A gente fica muito chateado. Sabemos que decepcionamos muitas pessoas - resumiu Bolívar.


Os dois gols do Mazembe saíram no segundo tempo, com Kabangu e Kaluyituka. Talvez não tenha sido exatamente justo, mas o Inter pouco fez para merecer sorte melhor – o Inter do campo, claro, porque o Inter das arquibancadas fez seu papel. Com a vitória, o surpreendente time da República Democrática do Congo duelará com o Inter de Milão ou o Seongwan, da Coreia do Sul, na decisão.


Melhor, mas não o bastante


Faltou D’Alessandro atordoar os adversários com dribles e lançamentos. Faltou Kleber ter aquela precisão de sempre. Faltou Bolívar encontrar o posicionamento que ameniza a lentidão. Faltou muita coisa para o Inter no primeiro tempo do empate por 0 a 0 com o Mazembe. Um tanto pelo nervosismo decorrente da estreia, outro tanto pela dificuldade imposta por um adversário longe de ser bobo, o time colorado não conseguiu ter encaixe nos 45 minutos iniciais. Os primeiros passos vermelhos no Mundial de Clubes foram titubeantes.


O Inter começou melhor. Deu pinta de que iria fazer um gol logo, logo. Rafael Sobis, com um minuto de jogo, já mandou chute por cima. Wilson Matias cabeceou com perigo pouco depois. D’Alessandro arriscou para fora. Rafael Sobis insistiu em cobrança de falta, também para fora. E ele mesmo teve a melhor chance, em tabelamento com Alecsandro, mas Kidiaba defendeu.


Os primeiros dez minutos foram promissores. O problema é que o rendimento vermelho, a partir daí, foi caindo gradativamente. Cabeceio de Índio na segunda trave quase virou gol. Testada de Tinga também foi ameaçada. Mas o Mazembe, conforme o tempo passava, mais confiança ganhava. Jamais houve pressão, até porque os africanos fogem daquela imagem de um time meramente veloz e forte. Houve organização.


Os adversários colorados ameaçaram duas vezes. Em ambas, entraram em velocidade pela ponta esquerda, sem acompanhamento de Bolívar. Renan precisou intervir.


Roth armou o Inter no esquema 4-5-1, com Rafael Sobis no meio. É um esquema que dá solidez defensiva, mas empobrece o ataque. Os colorados, é bem verdade, mais atacaram do que foram atacados no primeiro tempo. Mas é pouco.


Segundo tempo


O mundo parou aos sete minutos do segundo tempo para cada colorado – para os 11 em campo, para os milhares nas arquibancadas, para os milhões espalhados pelo mundo. Cada camisa vermelha, estivesse onde estivesse, ficou congelada quando Kabangu recebeu aquela bola, olhou para o gol de Renan, viu um espaço aberto à direita, mandou a bola lá, encontrou a lateral da rede, soltou o grito de gol. Não podia ser verdade. Enquanto o goleiro Kidiaba pulava no chão em sua comemoração, batia um sentimento coletivo de que simplesmente não podia ser verdade.


Roth percebeu que tinha que agir. Tirou Tinga e Alecsandro, colocou Giuliano e Leandro Damião. Surgiram chances. Sobis mandou uma pancada, e Kidiaba pegou; Giuliano entrou na área, cara a cara com o goleiro, e Kidiaba salvou mais uma. Incrível.


Os ponteiros do relógio martelavam desespero na alma colorada. Onde estava D’Alessandro? Onde Kleber tinha ido parar? Onde tinha se escondido a explosão de um time que trabalhou quatro meses seguidos só pensando no Mundial? Perguntas, perguntas e mais perguntas. Faltavam as respostas. Faltava o gol para uma torcida que, em estado de choque, até tentava continuar cantando.


Mas viria o silêncio. Viria o golpe final. Viria o gol de Kaluyituka aos 40 minutos. Nem mil e um pesadelos poderiam prever que o Inter seria eliminado do Mundial de Clubes já na estreia.

Fonte: Correio do Povo.

14/12/2010 15:52 - Atualizado em 14/12/2010 16:18


Mazembe acaba com o sonho do bi mundial do Inter


Colorado leva 2 a 0 da equipe do Congo e disputa apenas o terceiro lugar em Abu Dhabi


O bi mundial do Inter ficou para outra hora. Isso porque o Mazembe cometeu o crime no estádio Mohammad Bin Zayed, em Abu Dhabi, e venceu os colorados por 2 a 0, desclassificando a equipe de Celso Roth do torneio da Fifa. Os gols que destruíram o sonho de meio Rio Grande do Sul foram marcados por Kabangu e Kaluyituka. Os congoleses também contaram com o goleiro Kidiaba, que, com sua grande atuação, ajudou a África a colocar pela primeira vez um time na final da competição.


O Inter ainda volta a campo em Abu Dhabi. No sábado, a partir do meio-dia (horário de Brasília), encara o perdedor de Seongnam, da Coreia do Sul, e Inter de Milão, que se enfrentam nesta quarta-feira. O Mazembe decide quem será o novo campeão do mundo com o vencedor desse jogo.


Inter pressiona mas não marca


Sob os olhares de cerca de sete mil colorados presentes do estádio Mohammed Bin Zayed, e dos outros milhares que acompanharam o jogo em todos os cantos do mundo, o Inter entrou em campo tenso. Arriscando chutes em direção ao gol de Kidiaba de qualquer maneira. A primeira tentativa aconteceu logo no primeiro minuto de jogo com Rafael Sobis. O atacante recebeu passe de Tinga, ajeitou e chutou por cima do gol do Mazembe.


Um minutos mais tarde, o atacante colorado foi parado com falta na entrada da área. Na cobrança, Wilson Matias mandou uma bomba que parou nas mãos do goleiro do Mazembe. Sentindo a pressão total dos colorados, os africanos começaram a abusar das faltas. Aos sete minutos, Nkulukuta derrubou Guiñazu e recebeu o primeiro cartão amarelo do jogo. Na cobrança, Sobis, mais uma vez, arriscou direto, mas a bola passou por cima do gol do Mazembe.


O time do Congo só levou algum perigo ao gol de Renan aos 11 minutos de jogo, após contra-ataque rápido de Kabangu. Ele arriscou o chute para o goleiro colorado fazer a defesa. A partir dos 20 minutos, o Mazembe começou a gostar mais da partida, adiantou a marcação e passou a chegar mais fácil no ataque, graças a rapidez dos atacantes Singuluma e Kabangu.


Contestado pela torcida, o centroavante Alecsandro só apareceu no jogo aos 36 minutos. Após receber um lançamento perfeito de Tinga, o camisa nove dominou e ao finalizar foi travado pela defesa do Mazembe. O primeiro tempo terminou com um placar perigoso. Empate sem gols que deixou tudo para ser decidido na segunda etapa.


Sonho termina aos 7 minutos do segundo tempo


O Inter não assustou o Mazembe no primeiro tempo, que voltou ainda mais animado na etapa complementar. Logo no primeiro minuto, Kaluituka girou bonito e arriscou para o gol . A bola sai à direita do gol de Renan. Os colorados presentes do estádio silenciaram. Seis minutos mais tarde, Kabanbu recebeu passe de cabeça, ajeitou tranquilamente a bola e com categoria lançou uma bomba no canto esquerdo de Renan.


O gol abateu o já nervoso time do Inter, que passou a errar passes e finalizações. O imponderável também lançou seus olhares sobre o estádio Mohammed Bin Zayed, fazendo o Inter perder gol feitos, cara a cara com o engraçado goleiro Kidiaba. Aos 18 minutos, Celso Roth, já com cara de pavor na beira do gramado, sacou o contestado Alecsandro para promover a entrada de Leandro Damião e do volante Tinga para a entrada do talismã Giuliano.


Parecia que a sorte do Inter mudaria com as trocas. Um minuto mais tarde, após cruzamento perfeito de D'Alessandro, Sobis chegou para tentar o cabeceio mas a bola sobe um milimetro a mais e sai por cima do gol. Aos 23 minutos, foi a vez do melhor jogador da Libertadores perder um gol feito. Depois de cruzamento de Kleber, Giuliano mandou uma bomba em direção ao gol de Kidiaba, que fez a defesa.


Aos 30 minutos, Sobis foi substituído por Oscar. Os jovens jogadores tinham a responsabilidade de fazer aquilo que os experientes não tinham conseguido. Eles bem que tentaram, mas não deu. O Mazembe ainda soube se aproveitar do desespero colorado e ampliar. Aos 40 minutos Kaluituka driblou Guiñazu e chutou rasteiro no canto direito do goleiro Renan. O segundo gol acabou de vez com as esperanças. O que se viu em seguida foram lágrimas da torcida e incredulidade dos jogadores. O sonho do bi em 2010 terminou diante do Mazembe.

Fonte: Correio do Povo.

14/12/2010 16:05 - Atualizado em 14/12/2010 16:10


Twitter do Grêmio ironiza derrota do Inter


Clube disse que Tricolor é o único clube gaúcho invicto em jogos do Mundial


Logo após o final da partida que marcou a eliminação do Inter no Mundial de Clubes, o twitter oficial do tricolor ironizou a derrota colorada. "Grêmio é o único clube gaúcho invicto em jogos do Mundial de Clubes. Parabéns ao @tpmazembe do Congo", diz o tweet.


Instantes após o primeiro gol do Mazembre, o volante Adilson publicou: "Libertadores 2011, lá vamos nós". Depois da partida, o jogador se despediu. "Tô indo pro mar!!Bom fim de ano a todos!!".


Nesta terça, o Inter perdeu por 2 a 0 para o Mazembe e deu adeus ao sonho do bicampeonato mundial.

Fonte: Click RBS.

14/12/2010 | 15h53min


Inter perde para o Mazembe por 2 a 0 e está fora da final do Mundial de Clubes de 2010


Kabangu e Kaluyituka foram os autores dos gols que tiraram do Inter a chance de conquistar o bicampeonato


Paulo Ludwig
paulo.ludwig@zerohora.com.br


O pior aconteceu. Toda a apreensão dos colorados com a estreia no Mundial de Clubes se mostrou pertinente. O africano Mazembe, até então desconhecido no cenário mundial, venceu o Inter por 2 a 0 e deixou incrédula a enorme torcida colorada em Abu Dhabi. Kabangu e Kaluyituka foram os autores dos gols que tiraram do Inter a chance de conquistar o bicampeonato do torneio mais importante entre clubes do mundo.


O Inter cumpriu o que prometeu e ensaiou durante a semana: pressionar o time africano nos primeiros minutos da partida. Com 50 segundos de jogo, depois de uma envolvente triangulação entre Tinga e Alecsandro, Sobis bateu de dentro da área com muito perigo por cima do gol. Era só o primeiro arremate de um pacote de lances perigosos do Inter no princípio do jogo.


Aos dois minutos, Wilson Mathias cabeceou com perigo após cobrança de falta. O ritmo do Inter era intenso e a bola parava pouco nos pés dos africanos. No ataque, Sobis se postava como um atacante, mas sem a bola ele compunha o meio-campo, o que deixava o Inter com domínio numérico no setor. Com maior posse de bola, o time de Celso Roth passou a virar alvo dos jogadores do Mazembe. Com sete minutos, Nkulukuta fez falta dura em Guiñazu e recebeu cartão amarelo. Na cobrança, Sobis bateu por cima.


A melhor chance do Inter no primeiro tempo também veio com o atacante. O centroavante Alecsandro inverteu de posição com Tinga e caiu na meia-esquerda. De primeiro, ele colocou rasante na área. A bola passou pelo volante colorado e encontrou o pé direito de Sobis, que bateu para linda defesa do excêntrico Kidiaba.


Acoado, o Mazembe deu a sua primeira escapada só aos 15 minutos. Kabangu tocou boa bola para Nkulukuta, que soltou uma bomba. O goleiro Renam espalmou para cima. Três minutos depois, D'Alessandro cobrou falta e o zagueiro Índio apareceu livre na área. Um pouco sem ângulo, ele não conseguiu finalizar para o gol e mandou a bola de cabeça para a linha de fundo. Parecia que o gol não iria demorar a sair.


Mas a partir dos 25 minutos, a equipe africana se assentou em campo. Abriu mão da ligação direta e passou a explorar a sua mais temida arma: a velocidade. E um lance resumiu bem a proposta do Mazembe. Depois de pressionar e roubar a bola, os africanos precisaram de três toques na bola para chegar ao gol. Quando Singuluma estava preparado para arrematar, Bolívar deu um toque providencial. A partir desse lance, a partida emparelhou.


O Inter chegou com muito perigo aos 36 minutos, quando Alcsandro recebeu grande passe de Tinga, mas demorou para finalizar e acabou batendo em cima da zaga. A resposta foi rápida. Kaluyituka invadiu a área pela esquerda em alta velocidade e bateu de bico. Renan mandou no reflexo para escanteio. No último lance da primeira etapa, quase um golaço. Wilson Mathians aparou um cruzamento de bicicleta e quase deixou o Inter em vantagem antes do intervalo.


Mas foi no segundo tempo que a equipe africana assombrou o mundo. Desde os primeiros minutos, se mostrou melhor. Amparado nos velozes Kaluyituka e Kabangu, o Mazembe passava a ameaçar. E o gol saiu. Aos sete minutos, Kabangu dominou dentro da área e, de chapa, bateu no ângulo do goleiro Renan: 1 a 0. Mas ainda faltava muito tempo, dava para buscar o empate e virar.


Na tentativa de mudar o panorama do jogo, Celso Roth logo promoveu duas alterações. Tirou Tinga e Alecsandro e promoveu a entrada de Giuliano e Lenadro Damião. As mudanças impulsionaram o Inter ao ataque, mas com a vantagem no placar, o Mazembe colocou todos os jogadores trás da linha da bola. O tempo passava e ficava cada vez mais difícil de penetrar.


De tanto insistir, o Inter criou a chance para empatar. Giuliano recebeu livre, dentro da área e bateu de esquerda, rasteiro. A bola ia no canto, mas o goleiro Kidiaba esticou o braço e empediu o gol. Todo no campo de ataque, a equipe de Celso Roth abria brechas na defesa. E foi em uma dessas lacunas que Kaluyituka se meteu para matar o jogo.


O perigoso atacante recebeu na esquerda, pedalou para cima do Guiñazu, passou pelo argentino e bateu forte, no canto direito do goleiro Renan. Quando aquela bola tocou a rede, todos sabiam que o sonho do bi acabava de ser adiado.

Fonte: Lancenet.

Internacional perde e dá adeus ao Mundial


Africanos do Mazembe vencem e garantem vaga histórica na final


LANCEPRESS!
Publicada em 14/12/2010 às 15:55


O Internacional deu adeus ao sonho do bi Mundial ao perder para o Mazembe (RDC) por 2 a 0. Kabangu, Kaluyituka e o goleiro Kidiaba, em brilhante atuação, foram os responsáveis peo feito histórico. Esta será a primeira vez que uma equipe africana disputará a final da competição.


Conscientes de que não contam com arsenal capaz de atacar um forte adversário como o Internacional, os guerreiros africanos do Mazembe resolveram montar uma impenetrável fortaleza para segurar as ofensivas dos brasileiros. A tática do "general" N'Diaye funcionou perfeitamente. O Inter dominou as ações mas não conseguia invadir a área adversária e pouco finalizou.


Aos 18 minutos D'Alessandro cobrou falta na área, Índio cabeceou sem ângulo, a bola passou pelo goleiro mas ninguém apareceu para empurrar a bola para o gol. Somente aos 36, a equipe colorada voltou a assustar. Tinga deu passe maestral para Alecsandro. O atacante fez o drible para se livrar da marcação mas teve o chute interceptado por Kimwaki.


Vendo a apatia do atacantes, o volante Wilson Mathias subiu ao ataque e quase marcou um diferente. Em uma "quase bicicleta", o jogador mandou a bola por cima do gol.


Na volta do intervalo, o Internacional voltou mais audacioso, sem deixar o adversário respirar. Contudo, aos sete minutos, um ataque inesperado derrubou o exército colorado. Kabumgu dominou com categoria na entrada da área e chutou colocado no ângulo. Um golaço!


Após o tiro certeiro do rival, o time brasileiro acordou e aumentou a força de sua artilharia. Em dia inspirado, o goleiro Kidiaba evitou o empate em diversas chances claras de gol. Sobis, Alecsandro, D'Alesandro... todos tentaram e esbarraram na trincheira inimiga.


O técnico Celso Roth teve que tomar providências: tirou Alecsandro e colocou Leandro Damião. Logo em seguida, Tinga, essencial na distribuição do jogo e nas assistências, saiu para dar lugar a Giuliano, que teve o mapa da mina do empate nos pés aos 24 minutos mas parou na "artilharia anti-área" - a assustadora competência do goleiro africano.


Moralmente abalados, os colorados levaram um golpe devastador aos 40 minutos. Kaluyituka não teve medo de entrar nas linhas inimigas e acertou um míssil potente no gol de Renan.


FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 0 X 2 MAZEMBE
Local: Mohammad Bin Zayed Stadium, em Abu Dhabi (EAU)
Data/Hora: 14/12/2010 às 14h (horário de Brasília)
Árbitro: Bjorn Kluipers(HOL)
Auxiliares: Sander Von Roekel (HOL) e Berry Simons (HOL)
Renda/Público: Não divulgados.
Cartões amarelos: Índio(INT); Nkulukuta e Kasusula (MAZ).
Cartões vermelhos: Não houve.


Gols: Kabangu, 7'/2ºT (0-1); Kaluyituka, 40'/2ºT (0-2).


INTERNACIONAL: Renan, Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Mathias, Guiñazu, Tinga(Giuliano, 18'/2ºT) e D'Alessandro; Rafael Sobis e Alecsandro(Leandro Damião, 17'/2ºT). Técnico: Celso Roth.


MAZEMBE: Kidiaba, Nkulukuta, Kimwaki, Ekanga e Kasusula; Mihayo, Bedi, Kasongo e Kaluyituka; Singuluma e Kabamgu(Kanda, 39'/2ºT). Técnico: Lmine N'Diaye.

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