Política, cultura e generalidades

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O Votocard de Sérgio Cabral Filho


Fonte: Terra.

RJ: Jefferson Moura acusa Cabral de criar o "Votocard"

21 de setembro de 2010 • 09h24 • atualizado às 09h48

Direto do Rio de Janeiro

Uma das polêmicas do debate promovido pela
Rede Record, nesta segunda-feira (20), entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro foi o "Votocard". Jefferson Moura (Psol) acusou o candidato à reeleição, Sérgio Cabral (PMDB), de enviar para a casa dos eleitores, pelo correio, o "Votocard", uma réplica de cartão de crédito com os números de algumas candidaturas, que, segundo ele, induz as pessoas a pensarem que o voto pode ser comprado.

"Esse cartão passa a ideia para os eleitores de que os votos têm preço. É uma lógica que induz o eleitor a essa conclusão. Isso chegou na casa da minha sogra, de 81 anos de idade, com o nome dela impresso, enviado pelo PMDB do Sérgio Cabral", afirmou Jefferson.

Ainda de acordo com o candidato do Psol, a tiragem de réplicas do cartão é de 80 mil. No cartão apresentado por ele aos jornalistas presentes no debate, constava o nome da sogra, Creusa de Abreu Costa. Na parte traseira do cartão está a seguinte mensagem: "esta é a ordem de votação. Use o seu crédito e cobre depois o resultado". Os nome e os números dos seguintes candidatos constam no cartão: Fabio Silva (deputado estadual); Eduardo (deputado federal); Jorge Picciani (senador); Sérgio Cabral (governador) e
Dilma Rousseff (presidente).

Sérgio Cabral negou qualquer envolvimento da sua campanha na impressão do "Votocard". "Não fui eu que produzi. Não fui eu mesmo. Nós não precisamos disso. Fui o deputado e o governador mais votado do Rio de Janeiro", defendeu-se.

Nesta terça-feira (21), Jefferson Moura prometeu entrar com uma representação no
Tribunal Regional Eleitoral para que o caso seja investigado pela Justiça Eleitoral. No cartão há um número de CNPJ: 12.170.567-0001-95.

Um comentário:

  1. Basta observar o CNPJ de campanha impresso no cartão para saber que ele foi feito por Fábio Silva, do PR, partido de Garotinho. Das duas uma: ou o deputado está tentando pegar carona na boa situação de Cabral nas pesquisa ou agiu mesmo de má-fé, usando uma tática kamikaze para tentar prejudicar os candidatos citados no cartão junto ao TRE. No no fim desta matéria tem o CNPJ: http://bit.ly/c9bMlM Aqui você pode ver o dono do CNPJ: http://bit.ly/beekdW E aqui para quem ele pede votos: http://bit.ly/ak8c6C

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