Política, cultura e generalidades

sábado, 31 de julho de 2010

F1: Se não fosse a Globo...

Amanhã, haverá mais uma corrida de Fórmula 1. Há décadas a Globo transmite essa joça. Mas pelo menos no passado havia alguma graça, porque a F1 contava com pilotos talentosos e/ou carismáticos como Niki Lauda, Alain Prost, Nigel Mansell, além dos brasileiros Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e o saudoso Ayrton Senna.

Hoje restam um monte de pilotos muquiranas, além de um Schumacher francamente decadente. Fora os resultados armados, como o de domingo passado. Não que não houvesse armação nos tempos gloriosos (Senna foi vítima de algumas dessas armações), mas hoje a coisa está pior e mais explícita. Os pilotos e cartolas da F1 nem se preocupam mais em esconder. Fazem explicitamente, e fica tudo por isso mesmo.

Se não fosse a Globo, a F1 já teria caído no ostracismo aqui na terra brasilis.

A F1 merece sair da principal vitrine do PiG. Já que a Record anda tomando um monte de eventos transmitidos pela Globo, que tal levar a F1? Pelo menos a F1 perderá a audiência da legião de brasileiros que desconhecem o poder do controle remoto e permanecem o dia inteiro na Globo. Será uma queda e tanto.

2 comentários:

  1. E ainda tem uns otários que dizem ser a F1 esporte... kkkk
    E, ainda pior, torcem para esses pilotos picaretas, (inclusive Ayrton Senna), que só sabem fazer jogo sujo. Todos desleais.
    Somente agora descobriram que o que manda nesse circo é o poder econômico!
    Lamentável.

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  2. Antes tarde que mais tarde, não é mesmo, Zé Carlos?

    A minha ilusão acabou quando armaram pro Prost ganhar o campeonato de 1989 e o Senna não abriu a boca.

    Mas fica mais fácil malharem o Barrichello e o Massa, dois fracassados.

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