Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Dilmistas continuam com medinho de candidatura morta

Resposta para ContrapontoPIG:

Aqui na barra lateral do blog tem um texto do Emir Sader do qual discordo logo de cara. Como assim, "A direita pode ganhar e se reapropriar do Estado"? Tá de brincadeira. A candidatura do senhor José Serra está morta e enterrada. Tem 0% de chance de vencer. Falta só a pá de cal.

Concorde-se ou não, a população passou a vida inteira criticando os governos militares, o Sarney que apoia Lula (eu mesmo moro no Rio de Janeiro, cidade que recebeu o então presidente Sarney com pedradas), o Collor e o FHC. Agora que encontrou um governo ideal (sob a ótica dos dilmistas) não vai querer trocar por nada.

Se eu fosse a senhora Dilma Rousseff, já estaria é procurando um estilista para desenhar o vestido da posse em 2011.

P.S.: Gostaria de saber a opinião do nobre autor do ContrapontoPIG a respeito da oposição de ESQUERDA, representada por partidos como PSOL, PSTU e PCO.

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Anexo: Texto de Emir Sader comentado no texto acima

ALERTA PARA AS ELEIÇÕES DE 2010

“A direita pode ganhar e se reapropriar do Estado.
O governo Lula terá sido um parêntesis, dissonante em muitos aspectos essenciais dos governos das elites dominantes, que retornarão.
Ou pode ser uma ponte para sair definitivamente do modelo
neoliberal, superar as heranças negativas que sobrevivem, consolidar o que de novo o governo construiu e avançar na construção de um Brasil para todos.
(...)
Dilma representa o aprofundamento do projeto de 8 anos do governo Lula, ocupa o espaço da esquerda no campo político.
Serra representa as mesmas forças que protagonizaram os 8 anos do governo FHC, que implementou o
neoliberalismo no Brasil, governo de que o próprio Serra foi ministro todo o tempo.
São dois projetos, dois países distintos, dois futuros diferenciados, para que o povo brasileiro os compare e decida.”
(...)
A vitória do campo popular permitirá impor uma derrota estratégica à direita, mandará para a aposentadoria
uma geração de políticos de direita, abrirá espaço para a saída definitiva do modelo neoliberal e a construção de um país democrático, justo, solidário, soberano, ao longo de toda a primeira metade do novo século.”

Emir Sader, sociólogo e cientista político.

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