Política, cultura e generalidades

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Globo faz acordo sujo com Record-IURD


Não importam as emissoras de TV que você assiste. Rede Globo, Globo News, Band, Band News, Rede Record, Record News ou qualquer outra. Ligue seu desconfiômetro, quando assistir qualquer uma delas, porque, embora elas finjam ser diferentes, tanto na política como no mundo corporativo, no fundo são um bando de comadres oligopolistas.

Eu tentei assistir alguma coisa sobre a lambança gospel ocorrida ontem no Rio. Esperava que dois canais da Globo (o aberto e a Globo News, que eu tenho na Net) aproveitassem para ir à forra contra o grupo Record-IURD. Que tolo que eu fui...

Esse acordão da Globo e da Record iguala as duas no mesmo balaio golpista de que Paulo Henrique Amorim fala.

Fonte: Tribuna da Imprensa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010 13:48

TV Record mergulha o Rio no caos evangélico, a TV Globo silencia, é o acordo

Depois do dilúvio dos céus, em forma de temporal, novo dilúvio no Rio, segundo seus organizadores, também do Céu, só que “evangelizado”. Um milhão de pessoas nas ruas, e os “administradores” (Nossa Senhora), brigando para mostrar quem era o mais desinformado.

Eduardo Paes, o prefeitinho, de tremendo e violento oposicionista de Lula, passou a subalterno e imitador: “Ninguém me dissse nada”. Inacreditável, mas rigorosamente verdadeiro.

O Secretário da Ordem Pública (?) afirmou: “Eu soube do evento pelos jornais”. Não é possível tanta desinformação, e pior ainda, que venha proclamar tanta ignorância.

Mas o assombro não termina aí. Depois da devastadora campanha da Globo contra a Record, fizeram um acordo de não proliferação de armas nucleares: os canais de televisão. Assim a Globo desconheceu inteiramente nos seus canais mais importantes, o que acontecia no Rio.

O Jornal Nacional, Bom Dia, Brasil, Jornal das 10 e o próprio RJ, que é do Rio, nem uma linha ou palavra sobre o caos e o engarrafamento da cidade.

O jornal
O Globo, deu na primeira uma nota sobre o fato, mas é preciso lembrar: o jornal impresso não chega a 1 por cento da audiência da televisão, aberta e pro assinatura.

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