Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PiG destaca mensalão do DEM e minimiza mensalão tucano

Nessa história toda do mensalão do DEM-DF, me intriga como o PiG tem a facilidade de chamar o evento de "mensalão do Democratas", enquanto o mensalão do então governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo era chamado de "mensalão mineiro", não de mensalão tucano ou mensalão do PSDB.

Em todo caso, não deixemos de acompanhar esse caso de Brasília. Além de ser coisa dos demos, este caso serve para mostrar que nem toda a corrupção de Brasília é importada dos 26 Estados, como diz o jornalista Carlos Chagas.

Fonte: JB.

Bilhete ligaria Arruda a suborno de testemunha no DF

Portal Terra

BRASÍLIA - Um bilhete supostamente redigido pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), motivou a estratégia que resultou na prisão do funcionário público aposentado Antônio Bento Silva nesta quinta-feira, por tentativa de suborno, segundo o Jornal Nacional. A PF recebeu o bilhete do jornalista Edson Sombra, que armou o flagrante contra Silva em um restaurante de Brasília.

O bilhete propõe ao jornalista uma negociação. Segundo relato de Sombra, o governador Arruda ofereceu, por meio de Silva, R$ 200 mil para que ele testemunhasse contra Durval Barbosa, principal delator do esquema de pagamento de propina no governo do Distrito Federal. Sombra é amigo de Barbosa, ex-secretário do governador do DF.

00:12 - 05/02/2010

Fonte: JB.

Preso por suborno é intermediário de Arruda, diz testemunha

Fernando Diniz, Portal Terra

BRASÍLIA - O jornalista Edson Sombra, que auxiliou no flagrante do servidor aposentado Antônio Bento Silva pela Polícia Federal, afirmou nesta quinta-feira que o suspeito foi apenas o "intermediário do suborno do governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM)". De acordo com Sombra, Silva não teria condições de arrecadar R$ 200 mil para tentar convencê-lo a favorecer Arruda em depoimento à PF.

Antônio Silva foi preso na manhã desta quinta-feira. O flagrante foi montado pela própria testemunha, em um restaurante no sudoeste de Brasília. Edson Sombra, que é amigo de Durval Barbosa, o principal delator do suposto esquema de distribuição de propinas a parlamentares pelo governo Arruda, disse ter recebido a proposta de afirmar que os vídeos gravados pela Operação Caixa de Pandora se tratavam de uma armação. A entrega do dinheiro foi gravada pela PF, que prendeu Silva em flagrante.

"Eles queriam que eu dissesse que os vídeos foram todos montados. Queriam que eu desse esse depoimento. Seria como uma defesa política de Arruda", disse Edson Sombra.

Antônio Silva era colega de trabalho da testemunha, que é jornalista responsável do jornal O Distrital. Silva era gerente comercial da publicação. Em nota, o governo do Distrito Federal acusou Sombra de promover uma armação contra Arruda, destacando o fato de o nome do preso e da testemunha trabalharem no mesmo lugar. Horas mais tarde, o nome do preso foi retirado do site do jornal.

A exclusão causou "estranheza" ao governo Arruda, segundo a nota. Mas, para o jornalista, Antônio Silva não teria mais condições de trabalhar no local após o flagrante. Sombra disse que a relação de trabalho entre os dois era " espetacular". Segundo ele, o ex-colega era amigo de Arruda e acompanhou os "melhores e piores momentos do atual governador".

Entenda o caso

O mensalão do governo do DF, cujos vídeos foram divulgados no final do ano passado, é resultado das investigações da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. O esquema de desvio de recursos públicos envolvia empresas de tecnologia para o pagamento de propina a deputados da base aliada.

O governador José Roberto Arruda aparece em um dos vídeos recebendo maços de dinheiro. As imagens foram gravadas pelo ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, que, na condição de réu em 37 processos, denunciou o esquema por conta da delação premiada. Em pronunciamento oficial, Arruda afirmou que os recursos recebidos durante a campanha foram "regularmente registrados e contabilizados".

As investigações da Operação Caixa de Pandora apontam indícios de que Arruda, assessores, deputados e empresários podem ter cometido os crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva e ativa, fraude em licitação, crime eleitoral e crime tributário.

22:13 - 04/02/2010

Fonte: JB.

PF divulga vídeo de suposta tentativa de suborno. Veja

JB Online

DA REDAÇÃO - A Polícia Federal divulgou no início da noite desta quinta-feira o vídeo que mostra a prisão em flagrante do suspeito de tentar subornar o jornalista Edmilson Edson dos Santos, conhecido como Sombra, que é testemunha no investigação que apura esquema de corrupção no governo do Distrito Federal.

A prisão aconteceu em uma torteria no bairro Sudoeste, em Brasília, na manhã desta quinta. Antonio Bento Silva, conselheiro do Metrô do Distrito Federal, teria oferecido R$ 200 mil para Sombra mudar o depoimento que deve dar à Polícia Federal. O dinheiro estaria dentro de uma sacola.

Veja o vídeo:



20:19 - 04/02/2010

Um comentário:

  1. No caso do mensalão do Eduardo Azeredo (PSDB) & cia em MG, o jornal Hora do Povo usa um nome adequado: TUCANODUTO.

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