Política, cultura e generalidades

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Rock in Rio no Rio só para salvar os Medina?

Fonte: O Globo.

Prefeitura negocia volta do Rock in Rio à cidade
Publicada em 11/01/2010 às 17h05m
Isabela Bastos e arquivo O Globo

RIO - Vinte e cinco anos depois da primeira edição do Rock In Rio, em 1985, a cidade pode estar na iminência de abrir as portas novamente para o festival de rock que marcou gerações nos anos 1980. O empresário Roberto Medina confirmou, na tarde desta segunda-feira, que vem negociando com a prefeitura a realização da 4ª edição do Rock in Rio para o segundo semestre de 2011, conforme adiantou Ancelmo Góis em sua coluna no GLOBO.

Segundo Medina, a Dream Factory, que detém os direitos da marca Rock in Rio, tem interesse em realizar o evento, mas ainda é necessário acertar detalhes, entre eles a escolha de um local com capacidade de abrigar pelo menos 15 mil pessoas. O prefeito Eduardo Paes também confirmou, através de sua assessoria de imprensa, as negociações sobre a volta do Rock in Rio à cidade. Uma possibilidade que está sendo tratada é que o festival aconteça num terreno na Barra em frente à antiga Cidade do Rock, na Avenida Salvador Allende. O terreno, de 150 mil metros quadrados, ganhou status de área de utilidade pública para fins de desapropriação na semana passada, por causa de um decreto municipal. Naquele local, o município pretende construir o Parque da Vila Olímpica, que será usado pelos atletas durante as Olimpíadas de 2016.

A Dream Factory é a mesma empresa que irá fornecer a infraestrutura do carnaval de rua do Rio, sob o patrocínio exclusivo da marca de cerveja Antarctica, fabricada pela Ambev. O anúncio foi feito na última sexta-feira. A empresa foi a única - entre as trinta que retiraram o caderno de encargos da Riotur - a apresentar um projeto que atendesse às exigências da prefeitura. Ambev e Dream Factory oferecerão, entre outos serviços, 4 mil banheiros públicos, 800 a mais do que o pedido e quatro vezes mais do que o colocado no carnaval passado.

Comentários de
Paulo Caetano Pinheiro:
12/01/2010 - 05h 37m

O FALIDO MEDINA E SEUS PARENTES viveram anos às custas da ARTPLAN (falida),apesar dos contratos milionários feitos com o GOVERNO FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIAPAL, SEM LICITAÇÕES. Findo ou melhor ao perder a boca de DEPUTADO FEDERAL PARASITA, virou político municipal (não eleito, mas indicado às bocas e cofres da Prefeitura). A NEGOCIATA DO ASQUEROSO ROCK IN RIO PARA 2011, COM ANTECIPAÇÃO DE VERBAS AOS MEDINAS é mais uma PURA JOGADA IMORAL, ILEGAL, SEM LICITAÇÃO PARA SALVAR UM FALIDO DEVEDOR.

12/01/2010 - 05h 43m

SÓ BANDIDOS CONSEGUEM MANTER O PADRÃO DE VIDA DOS MEDINAS ATÉ HOJE. TODAS AS EXECUÇÕES FISCAIS E OUTRAS CONTRA OS MEDINAS E EMPRESAS FALIDAS ESTÃO PARALISADAS A PEDIDO DE... DEVEM AO GOVERNO FEDERAL MILHÕES, FGTS, INSS, ICM, IRRF e estão SOLTOS COM BENS DISPONÍVEIS... SÓ NO BRASIL UM MEDINA E FAMILIARES ANDA SOLTOS! CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO E A RECEITA FEDERAL? QUEM PAGA AS SUAS MORDOMIAS E DE SEUS FAMILARES??? VERGONHA NACIONAL!

Um comentário:

  1. Eu entendo toda problematica envolvendo a organização deste evento. Nunca fui com a cara do Medina, entendo os comentários postados, mas eu vou me permitir a um pouco de egoísmo.

    Dependendo dos artistas convidados, pode ser uma chama de esperança para o público mais marginalizado na história desta cidade, e não me refiro aos Funkeiros favelados.

    Me refiro aos "ultimos moicanos" do rock e metal carioca. Nós que além de sermos desprezados aqui até por nossos produtores que geralmente nos oferecem eventos pífios e mal-organizados, perdemos datas de shows para outros estados menos influentes e vivemos limitados a obviedades como um Iron Maiden que ano sim ano não já aparece por aqui sem precisar de um Rock In Rio.

    Agora claro que essa noticia tem que se espalhar e o público desde já começar a cobrar e exigir boas atrações caso contrário corre o risco de aturarmos Ivete Sangalo e o MC Créu.

    Se já fizeram um "Rock In Rio" em Lisboa, nada impede de se fazer um Rock In Rio praticamente sem Rock.

    ResponderExcluir