Política, cultura e generalidades

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mais uma ameaça à liberdade religiosa no Brasil

PT
Essa Unisinos não é aquela Universidade que os padres jesuítas administram em São Leopoldo (RS)?

E onde estão os Picaretas de Cristo que fazem parte da bancada evangélica de apoio ao Governo? Estão vendendo a alma ao capeta, como sempre fizeram?

Esses malditos governistas querem servir a todos os Senhores ao mesmo tempo. E não querem desagradar nenhum deles.

Fonte: Brasil - Liberdade e Democracia.

Mais uma ameaça a liberdade religiosa no Brasil

Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. Fonte:
Instituto Humanista Unisinos.
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Mais uma vez o governo federal pretende lançar um programa de cerceamento a liberdade religiosa e liberdade de expressão.
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De acordo com o PNDH já não se pode dizer que a prática do homossexualismo desagrada a Deus e é um pecado.
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Daqui a alguns dias seremos obrigados a retirar estes textos da Bíblia e reescreve-la de acordo com as idéias materialistas da sinistra candidata.
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Agora vem um Plano Nacional de Proteção a Liberdade Religiosa que vai nos proibir de dizer o que pensamos e o que achamos de errado em outras religiões. Este governo procura de todos os meios controlar completamente as vidas dos cidadãos tornando-os seres sem idéias próprias e que só aceitem o que o governante de plantão ache que é certo.
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Prestem atenção nas atitudes da sinistra candidata, marxista de nascimento e portanto materialista, o plano só não é publicado para que ela não perca preciosos votos.
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Depois de eleita a história será diferente, do alto de seu PAC, Prepotência, Arrogância e Corrupção fará o que bem entende sem se preocupar com a liberdade do cidadão.
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Se não reagirmos já em defesa de nossa liberdade, em breve estaremos novamente nos reunindo em catacumbas.
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Raja, Brava Gente Brasileira - Fora Lula e Fora PT.

Postado por Laguardia às 15:43

Fonte: Instituto Humanista Unisinos.

21/1/2010

Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar nova crise

Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. O plano, que prevê a legalização fundiária dos imóveis ocupados por terreiros de umbanda e candomblé e até o tombamento de casas de culto, seria lançado ontem, mas na última hora o governo segurou a divulgação, sob o argumento de que era preciso revisar aspectos jurídicos do texto.

A reportagem é de Vera Rosa e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 21-01-2010.

O adiamento ocorre na esteira da polêmica envolvendo o Programa Nacional de Direitos Humanos, que pôs o Palácio do Planalto numa enrascada política, provocando crise dentro e fora do governo. Temas controversos, como descriminação do aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo e proibição do uso de símbolos religiosos em repartições públicas, foram alvo de fortes críticas, principalmente por parte da Igreja.

Na avaliação do Planalto, é preciso evitar novos embates que possam criar "ruídos de comunicação" e prejudicar a campanha de Dilma. Desde o ano passado, a ministra tem feito todos os esforços para se aproximar tanto de católicos quanto de evangélicos e já percorreu vários templos religiosos.

"O programa de promoção de políticas públicas para as comunidades tradicionais de terreiro já estava adequado, mas, como é um plano de governo, precisa ser pactuado para não haver constrangimentos", afirmou o ministro-chefe da Secretaria da Igualdade Racial, Edson Santos.

Apesar de dizer que nunca é demais dar "outra passada de olhos" no texto, para maior observância à Constituição e ao Código Penal, Santos não escondeu a decepção com a ordem para suspender o anúncio do plano, que seria feito justamente na véspera do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, comemorado hoje.

"Espero que possamos lançá-lo o mais rapidamente possível", disse o ministro, diante de uma plateia de praticantes de umbanda e candomblé, que se reuniram no Salão Negro do Ministério da Justiça. "Somos um Estado laico, mas não seremos neutros e cegos diante das injustiças e do racismo."

REAÇÃO

A informação sobre o adiamento do programa pegou de surpresa as comunidades de terreiro. Muitas mães e pais de santo viajaram de longe para assistir à cerimônia e só souberam na hora que haveria ali apenas um debate.

"Quando o governo chega na encruzilhada e tem de tomar uma decisão, recua. Será medo? Acho que sim", protestou Valdina Pinto de Oliveira, do terreiro Tanuri Junsara, de Salvador (BA). Ela foi além e conclamou a comunidade do candomblé a pensar bem em quem vai votar nas eleições de outubro.

"Está na hora de irmos para o campo político e de educar os nossos para saber quem vamos eleger", insistiu Valdina, sob aplausos. "A gente viu o que aconteceu com o Estatuto da Igualdade Racial e o que está acontecendo com esse plano. Por que para negro e índio não tem terra? Precisamos acabar com esse vírus do racismo."

Coordenador das reuniões realizadas para a confecção do plano, o subsecretário de Políticas para Comunidades Tradicionais, Alexandro Reis, tentou contornar o desapontamento geral. "A preocupação do governo é que determinados setores, por motivos eleitorais, utilizem o plano de proteção à liberdade religiosa como algo negativo", contou. Reis admitiu que o texto "precisa ser pactuado com evangélicos e católicos" para não ser contaminado pelo ambiente político de 2010. Disse, no entanto, que os terreiros não podem participar dessa briga. "Estamos tratando de um segmento que tem sido demonizado, mas não vamos violar direitos de ninguém", argumentou. Depois, garantiu que o governo continuará o mapeamento dos terreiros para nortear as políticas públicas.

Embora a Secretaria da Igualdade Racial tenha informado que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é solidária ao plano, a Pastoral Afro-Brasileira assegurou não ter sido consultada sobre seu conteúdo. Atualmente, apenas seis dos cerca de 10 mil terreiros são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, o Estado não deve gastar dinheiro com tombamento de templos. "O governo está se envolvendo em polêmicas desnecessárias", comentou. "Não existe guerra santa aqui e não é inteligente o Estado se preocupar com símbolos religiosos, tombamentos e união de homossexuais. Isso é coisa de marxista."

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