Política, cultura e generalidades

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Grande imprensa comprada pelo PT briga com os fatos

PT
Se há mídia golpista neste País de Tolos, ela é esquerdista. Seja aliada do PT (a grande imprensa) ou aliada do PSOL (a imprensa autointitulada "independente").

A direita já pintou e bordou demais neste país. Mas como quem está no poder agora é essa cambada da esquerda, dedico o momento atual deste blog a eles, com a autoridade de quem votou em Lula nos dois turnos de 2002 e sonhou com a eleição dele no 1º turno. Só que o Motosserra ganhou o ingresso para o Fla-Flu do 2º turno. Como essa cambada de desgraçados só tem me causado decepção em cima de decepção, vergonha em cima de vergonha, dedicarei todo o ano que vem a espremer essa laranja podre chamada esquerda. Até a última gota.

Dedico esta postagem ao Tsavkko, ao Cloaca News e a outros blogueiros, colunistas e escribas amestrados, imbecis vendidos até a alma ao esquerdismo mais doentio e autoritário que possa existir.

Partido da Imprensa Golpista? Só se for chapa branca. E de esquerda.



Ah, esqueci de dizer: este blog é imune a reclamações, sarcasmos, indiretas, pitís, esperneios, chororôs e batidas de pés no chão por parte de esquerdistas e desgraçados em geral. Se é Governo, não presta.

Fonte: Blog do Aloizio Amorim.

Terça-feira, Dezembro 22, 2009

GRANDE IMPRENSA BRIGA COM OS FATOS

O ano de 2009 termina com um fato digno de nota, que são os resultados de dezenas de pesquisas eleitorais mostrando que o governador José Serra detém a preferência dos eleitores como candidato à Presidência da República.

E, numa pesquisa do DataFolha voltada a medir as preferências do eleitor paulista com relação à eleição estadual, aponta que ex-governador Geraldo Alckmin venceria o pleito com folga já no primeiro turno em qualquer cenário.

Por sua vez, a permanência de José Serra no topo das pesquisas é quase sempre desconsiderada pela grande imprensa nacional, a qual continua dispensando ao governador paulista somente o que se costuma chamar de pé de página.

É a primeira vez na vida, como jornalista, que testemunho tal fato que, aliás, não encontra similar em veículos de comunicação de outros países. Normalmente, quem está na frente costuma ser tratado como tal, ou seja, o notícia é o fato. Mas na imprensa botocuda as chamadas e os comentários dos analisstas políticos procuram enfatizar aqueles candidatos que estão estacionados em segundo ou terceiro lugares ou segurando a lanterna, como o governador mineiro Aécio Neves.

Agora, com relação à pesquisa do DataFolha que mostra Alckmin imbatível para o governo de São Paulo, o editorial do jornal Folha de São Paulo desta segunda-feira tenta desqualificar os números e não admite que os paulistas demonstrem sua aprovação ao próprio Alckmin que já governou o Estado, e muito menos que louvem a atual gestão do governador José Serra, que antes foi prefeito paulistano.

O editorial da Folha fala em "continuísmo" e insinua que tem de trocar. Ora, os paulistanos e paulistas são gatos escaldados com administrações do PT em São Paulo. E São Paulo é essa pujança econômica que segura o Brasil justamente pela conduta política de sua população.

O editorial da Folha de hoje não corresponde à verdade, tenta mistificar uma realidade que assombra os cidadãos de bem do Brasil que é a continuidade - aí sim! - do deletério governo lulístico. Quanto a isso não há uma censura sequer na Folha de São Paulo e nem em nenhum outro veículo da grande imprensa nacional.

Lendo-se os jornais vê-se que estão todos completamente aparelhados pelo jornalismo companheiro e, em muitos casos, pelos empresários também companheiros, os donos das corporações jornalísticas sempre com um olho em benesses do Estado, o que confirma o viés patrimonialista que preside a política brasileira.

Fato semelhante aconteceu na onda nazista na Alemanha que levou Hitler ao poder ou ainda na Itália que mergulhou no fascismo com Mussolini.

Não li até hoje um só editorial da grande imprensa nacional com o mesmo teor deste da Folha de hoje, em relação a Lula e ao PT. Nem mesmo quando explodiram os escândalos mais vergonhosos que a Nação conheceu na história da República, como foi o mensalão, o caso dos cartões corporativos, o dossiê fajuto contra a oposição e outros tantos originados pela deletéria forma de (des) governar do PT.

Seria de se esperar que a Folha também publicasse um editorial afirmando - Aí sim de acordo com os fatos - que seria prejudicial ao Brasil o continuísmo do lulismo.

Transcrevo a seguir o editorial da Folha desta terça-feira, para que vocês mesmo confiram e possam cotejar com o que acabo de afirmar nestas linhas:

O EDITORIAL CONTRA O PSDB

Eis o editorial da Folha intitulado: "Continuismo paulista":

TRAZ uma impressão de "déjà vu" a pesquisa do Datafolha sobre a sucessão estadual paulista, divulgada na edição desta segunda-feira. Em todos os cenários, o PSDB conta apoio suficiente para vencer no primeiro turno. O ex-governador Geraldo Alckmin alcança 36 pontos de vantagem sobre seus concorrentes imediatos: tanto na hipótese Marta Suplicy (PT) quanto na alternativa Ciro Gomes (PSB), as forças identificadas com o governo Lula obteriam, se as eleições fossem hoje, idênticos 14%.Tais números não correspondem, por certo, à alta popularidade obtida pelo governo federal no eleitorado paulista. Segundo o Datafolha, 66% dos entrevistados no Estado de São Paulo (e 63% na capital) avaliam como "ótima" ou "boa" a atuação do presidente Lula, contra 25% que a consideram "regular".

Apenas à primeira vista poderiam tomar-se como contraditórios esses dados. O apoio ao PSDB no plano estadual e a popularidade do presidente petista refletem uma situação de relativo crescimento econômico e melhoria das condições sociais -favorecendo, de modo geral, quem está no governo e dificultando o oposicionismo em qualquer esfera administrativa.

Mesmo tomando em conta a maré de popularidade dos governos em geral, é notável a estabilidade do poder peessedebista no Estado. Do governo Mário Covas à administração José Serra, completam-se já 15 anos de hegemonia tucana, sendo plausível, no momento, a previsão de que ela se estenderá além de 2010.

Nunca é saudável tanto tempo de continuidade no poder, ainda que se possa observar, entre as equipes de Geraldo Alckmin e de José Serra, que entreveros e rivalidades constituem mais regra que exceção -o PSDB se comporta como uma congregação de "notáveis", cuja placidez de modos em público não disfarça o apetite com que se entredevoram nos bastidores.O fato é que não surgiram, em São Paulo, forças políticas capazes de traduzir uma alternativa ao PSDB. O malufismo, adversário duríssimo na segunda vitória de Mário Covas, apagou-se. A crise de lideranças no PT acentuou-se após os escândalos do mensalão e dos "aloprados".

Fatores dessa ordem contribuem para consolidar o poder peessedebista no Estado -cujos índices de eficiência, em especial na educação e na saúde, poderiam, apesar dos relativos avanços alcançados, oferecer razões para insatisfação e crítica. Pelo menos, num grau mais eloquente do que faz intuir a serena situação tucana nas pesquisas para a sucessão estadual.

Postado por Aluizio Amorim às 12/22/2009 11:57:00 AM

Um comentário:

  1. Entendo perfeitamente seu sentimento já que como você também votei e apoiei Lula em 2002, até em 2006 com um certo escaldo, preferia mais 4 anos de PT que correr riscos com o PSDB.

    Hoje como você concluo que seja PT ou PSDB, é igual dá no mesmo. A diferença é que os Petistas tem ao seu lado gente radical e perigosa, que não teriam o menor problema em agir com violência para se garantir no poder. Eles tem ao seu lado jovens que se enganam com sonhos comunistas. Jovens que como todo adolescente posseui um tremendo potencial para a estupidez.

    Sim, todo jovem é idiota. Junte centenas e milhares deles e teremos um exercito de imbecis radicais manipuláveis. Estamos assistindo a um processo de instauração de uma ditadura velada com apoio de intelectuais (pseudo, na maioria), estudantes (os profissionais da UNE) e artistas (globais metidos a Marxistas) tudo isso com gente como Sarney e Collor no meio.

    Detesto o PSDB mas se for preciso voto neles. É mais fácil derrubar um governo pseudo direitista como o do PSDB do que radicais insanos com bandidos mensaleiros e coroneis escolados de um governo Petista.

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