Política, cultura e generalidades

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O apagão e os ministros trapalhões

Dilma Rousseff
Ontem mesmo, o ministro das Minas e Energia Edson Lobão disse que o apagão de ontem não tinha nada a ver com o apagão do Governo FHC em 2001.

Ora bolas. Ninguém disse nada, sr. ministro. Ninguém disse que a culpa era do Governo Lula. Nem o Partido da Imprensa Golpista. Afinal, ontem estava todo mundo preocupado em achar velas e fósforos em casa, ou em fugir dos arrastões no Maracanã, no Vale do Anhangabaú e de assaltos em outros lugares. Ninguém estava preocupado em malhar o Governo.

Que mania de perseguição esses cretinos do Governo têm!

Hoje, depois da volta da energia, achei algo bem interessante:

Fonte: G1.

Duas semanas atrás, Dilma garantiu que Brasil estava a salvo de um novo apagão
Para ela, investimentos do governo em estrutura geravam certeza.
Dilma deu declaração em entrevista ao programa 'Bom dia, ministro'.

Do G1, em Brasília
Duas semanas atrás, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que o Brasil estava a salvo de um novo apagão elétrico, como o que aconteceu em 2001.

Na noite desta terça-feira (10), houve novo apagão no país, que atingiu em diferentes proporções ao menos dez estados. Índicios apontam para falha na transmissão entre o Paraná e São Paulo, segundo a usina de Itaipu.

A declaração da ministra foi dada durante o programa "Bom dia, Ministro" do dia 29 de outubro.

O G1 entrou em contato com a Casa Civil na manhã desta quarta-feira (11), e foi informado de que a ministra não ia se pronunciar sobre o assunto, já que o caso desta terça diz respeito ao Ministério de Minas e Energia.

Na entrevista, Dilma disse que os investimentos em estrutura, como a entrega de sete novas hidrelétricas e a construção em andamento de outras sete usinas, geram a certeza de que o Brasil está a salvo de um novo apagão. Os investimentos no setor de energia atingem R$ 54,5 bilhões.

“Nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão. É que nós hoje voltamos a fazer planejamento. Então, nós olhamos, qual é a necessidade que o Brasil tem de energia nos próximos cinco anos? Nós ao olharmos isso, providenciamos as usinas que são necessárias para o Brasil. Se crescer a quatro, se crescer a cinco, se crescer a seis por cento ao ano tenha essas usinas disponibilizadas, é assim que funciona”, disse.

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