Política, cultura e generalidades

sábado, 17 de outubro de 2009

Otoridades pastam para guerra civil na Cidade Olímpica

Rio 2016 - Cidade dispendiosa
Quando ouço otoridades tipo Cabral Filho, Tarso Genro e Eduardo Paes, tenho ânsia de vômito.

Fonte: RJ TV.

Sérgio Cabral: "Nós queremos chegar a 2016 com o Rio de Janeiro em paz"

Governador disse que a política de Segurança Pública não vai mudar.

O governador do Rio de Janeiro também falou sobre os ataques dos traficantes. Ele comentou sobre a preparação para os
Jogos Olímpicos de 2016 e disse que a política de Segurança Pública não vai mudar.

“Hoje é um dia que estou muito triste pela perda de profissionais da segurança, fruto desta marginalidade que durante décadas acumulou dinheiro, poder e armas no Rio. Nós estamos enfrentando, não vamos recuar. Meu apoio é total ao secretário Mariano Beltrame, ao comandante da Polícia Militar. Nós queremos chegar a 2016 com o Rio de Janeiro em paz, antes, durante e depois dos Jogos. Eu sempre digo: não é fácil, não é trivial, não é simples, não tem mágica, não é de curto prazo. Então é um trabalho de médio e longo prazo como foi no passado em outros lugares do mundo”, diz.

Em Porto Alegre, o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que os ataques são consequência da política de enfrentamento do tráfico. Ele ofereceu ajuda ao governo do Rio. “Nós estamos com o governador Sérgio Cabral no que ele precisar. Inclusive, podemos fazer, se ele pedir, a reposição do helicóptero que foi derrubado. Até mesmo antes de comprar, podemos colocar à disposição a Força Nacional, se houver necessidade”, declara.

Em nota, o prefeito Eduardo Paes manifestou apoio à Secretaria de Segurança no combate ao crime organizado. Paes disse que não é possível admitir esses confrontos na cidade. Segundo ele, a prefeitura vai atuar junto com o governo do estado para diminuir a violência no Rio.

Um comentário:

  1. Se as autoridades falassem menos e agissem mais, seria bem melhor.

    Que tal colocar policiais à paisana em operações sigilosas para capturar criminosos de surpresa?

    Que tal criar uma política de informação sobre operações criminosas que realmente proteja testemunhas e denunciadores?

    Que tal dar emprego, moradia, saúde e educação de qualidade para o povo pobre, além de outros serviços fundamentais (água, energia elétrica, etc), de forma intensiva, para neutralizar o poder político dos criminosos?

    E que tal as autoridades pararem de posar de valentes frente à imprensa e parar de investir em publicidade demagógica? É a ostentação que as autoridades fazem nas declarações e nas medidas de combate ao crime que fazem os bandidos rirem e reagirem com toda sua fúria e estratégia de ataque.

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